- O primeiro-ministro Anthony Albanese anunciou o endurecimento das leis de armas na Austrália após o ataque em Bondi Beach, em Sydney, durante a celebração de Hanukkah.
- O tiroteio é considerado o mais mortal no país desde o massivo de Port Arthur, em mil novecentos noventa e seis.
- Ao menos quinze pessoas foram mortas e quarenta ficaram feridas; entre as vítimas estavam uma menina de dez anos, um rabino e um sobrevivente do Holocausto.
- dois suspeitos eram apontados; um morreu no local e o outro permanece em coma em hospital próximo; este último já havia sido investigado, em dois mil dezenove, por possíveis laços com o grupo Estado Islâmico.
- Albanese disse que o ataque é terrorismo antissemita e que o governo vai revisar licenças, limitar o número de armas que alguém pode possuir e endurecer avaliações de propriedade de arma.
Australia enfrenta seu ataque mais mortal desde 1996, com uma violência dirigida a uma celebração judaica em Bondi Beach, em Sydney. Governos anunciam medidas rápidas de controle de armas.
No domingo, dois suspeitos abriram fogo durante Hanucá, matando 15 pessoas e ferindo cerca de 40. Entre as vítimas estavam uma menina de 10 anos, um rabino e um sobrevivente do Holocausto.
Um dos suspeitos morreu no local; o outro está em coma em hospital próximo. A polícia investiga possíveis laços com o Estado Islâmico, segundo o primeiro-ministro Anthony Albanese.
A motivação é tratada como terrorismo antissemita. Albanese afirmou que o ataque é contra todos os australianos e prometeu medidas mais strictas de controle de armas.
Propostas de governo e cenário de segurança
Albanese divulgou planos para limitar a posse de armas e revisar licenças. Segundo autoridades, um dos suspeitos tinha licença de arma por 10 anos e possuía seis armas legalmente.
Líderes estaduais e federais discutem restringir a propriedade de armas a cidadãos australianos. Também se considera ampliar o uso de inteligência criminal para avaliação de elegibilidade de licença.
Contexto e desdobramentos
Austrália mantém uma das taxas de morte por armas mais baixas entre países desenvolvidos, resultado de leis rígidas. O ataque levanta debates sobre, entre outros pontos, o combate à antisemitismo.
Autoridades pedem calma à população e reiteram a necessidade de investigação completa. O governo afirma que adotará ações proporcionais para evitar novos incidentes.
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