- Paris recebeu 18,3 milhões de chegadas internacionais em 2025, segundo o Índice dos 100 Principais Destinos Urbanos da Euromonitor International.
- No Carnaval de 2026, a cidade liderou os destinos mais reservados por turistas brasileiros, com atrações como Disneyland Paris, ingresso prioritário ao Louvre e passeio de barco pelo Rio Sena em destaque.
- Documentação: passaporte é obrigatório; brasileiros em viagem de até 90 dias não precisam de visto para o Espaço Schengen; Etias pode entrar em vigor em 2026, com taxa de 20 euros e validade de até três anos.
- Passagens de ida e volta de São Paulo para Paris em 2026 começam em torno de R$ 3,6 mil (março) e vão até R$ 5,0 mil (julho); os valores variam conforme demanda e antecedência.
- Transporte e mobilidade: aeroporto Charles de Gaulle é o principal; existem opções como Orly e Beauvais; há passes como Navigo Easy, Paris Visite travel pass e opções de transporte integrado (Metro, RER, ônibus).
O CNN Viagem & Gastronomia apresenta um guia objetivo para planejar viagem a Paris em 2026, considerando documentação, custos, hospedagem, alimentação e passeios. O artigo usa dados atualizados e cotações na data de publicação.
Documentação é o primeiro passo. Passaporte brasileiro custa R$ 257,25 e pode ser solicitado via Gov.br na PF. Visto não é exigido para lazer ou negócios de até 90 dias no Espaço Schengen.
ETIAS ainda não é obrigatório, mas deve entrar em vigor em 2026. Cobrança prevista de 20 euros e validade de até 3 anos. Brasileiros ainda poderão viajar sem ele pelos países do Schengen até lá.
Passagens aéreas para Paris costumam partir de São Paulo com preços entre R$ 3.600 e R$ 5.018 em março a julho de 2026, dependendo da demanda e antecedência. Charles de Gaulle domina, mas Orly e Beauvais também são opções.
Beauvais fica a cerca de 80 km de Paris e atende principalmente low cost. De forma geral, o centro de Paris fica a 30–50 minutos dos aeroportos. A variação de preço depende de várias condições de mercado.
Seguro-viagem é obrigatório para entrar na França e deve cobrir no mínimo 30 mil euros em despesas médicas. Muitas bandeiras de cartões já oferecem esse seguro; verifique a ativação com a operadora.
Pacotes de dados são úteis para maps e ingressos. Planos com roaming ou eSIM são opções, com chips físicos entre 20 e 50 euros ou eSIM entre 13,50 e 26,90 euros para sete dias.
Hospedagem em Paris varia muito. A cidade é dividida em 20 arrondissements, com opções que vão de hotéis luxuosos a apartamentos. Taxa turística por noite pode chegar a 15,93 euros.
Entre os hotéis top, Ritz Paris (2.200 euros por dia) e Grand Hôtel du Palais Royal aparecem com diárias elevadas. O Plaza Athénée oferece suítes com vista para a Torre Eiffel e diárias a partir de 1.743 euros.
Há opções próximas à Torre Eiffel, como Pullman Paris Tour Eiffel, com diárias a partir de cerca de R$ 2.400. Outras escolhas incluem Hôtel des Academies et des Arts e hotéis no 3º e 6º arrondissements.
Gastronomia é parte essencial da experiência. Brasseries clássicas como Le Voltaire e Brasserie Lipp oferecem pratos tradicionais com preços que variam amplamente. Restaurantes estrelados têm cardápios mais caros.
Table Bruno Verjus, no 12º, tem duas estrelas Michelin e menus diários por 480 euros. Paris ganhou novas estrelas Michelin em 2026, ampliando opções para diferentes bolsos.
Sugestões acessíveis incluem Bouillon Pigalle, com sopa de cebola a partir de 3,90 euros. L’As du Fallafel, no Marais, serve falafel em sanduíches por cerca de 12 euros.
Passeios clássicos oferecem muito: Torre Eiffel, Arco do Triunfo e Louvre são prioridades. Ingressos do Louvre passaram a 32 euros para não europeus; reserve com antecedência.
Notre-Dame reabriu após o incêndio e Basílica do Sacré Cœur oferece vista da cidade. Entrada é gratuita em muitos pontos e horários variam conforme monumento.
Passeios ao longo do Sena, Sainte-Chapelle e Jardins de Luxemburgo complementam o roteiro. Centre Pompidou fica fechado até 2030 para reformas.
Mobilidade em Paris é bem integrada. Metrô, ônibus, tram e RER conectam a cidade, com passagens a partir de 2,05 euros. Navigo Easy facilita viagens diárias por 12,30 euros.
Paris Visite travel pass permite usar várias redes por dias consecutivos, com tarifas que começam em 30,60 euros. O Passe Semanal Navigo tem validade fixa de segunda a domingo.
Para chegar do aeroporto ao centro, o RER B leva ~25 minutos e custa 14 euros. Existem opções de trem com frequências de 10–20 minutos durante a semana.
Teleférico Câble C1, inaugurado recentemente, liga Créteil a Villeneuve-Saint-Georges, com 105 gôndolas e integração ao sistema público. Bilhetes avulsos custam 2 euros.
Lembre-se: dados podem oscilar com demanda, disponibilidade e câmbio. Planejamento antecipado ajuda a equilibrar custos entre passagem, hospedagem e passeios.
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