- Lista internacional apresenta 10 destinos de turismo sustentável para 2026, organizada pela plataforma PlanetaEXO, ligada à rede The Long Run.
- Destinos incluem Pantanal (Brasil), Namíbia, Filipinas, Indonésia, Malásia, Chile, África do Sul, Costa Rica, Argentina e Austrália, com foco em conservação, valorização cultural e geração de renda local.
- Exemplos de propriedades mencionadas vão desde Caiman (Pantanal) e Wolwedans (Namíbia) até Nay Palad Hideaway (Filipinas) e Batu Batu (Malásia), com experiências de alto padrão.
- O turismo apresentado prioriza observação da fauna, educação ambiental e envolvimento de comunidades locais, além de ações como reflorestamento e proteção de espécies.
- A proposta demonstra que é possível viajar com conforto sem abrir mão de responsabilidade ambiental e respeito às comunidades locais.
A Plataforma PlanetaEXO, ligada à rede internacional The Long Run, seleciona destinos que combinam conservação ambiental, valorização cultural e geração de renda local. O conjunto, divulgado para 2026, abrange 10 países e experiências de alto padrão com foco em turismo sustentável.
Entre Pantanal, Namíbia e ilhas paradisíacas, a curadoria destaca propriedades que unem conforto e responsabilidade socioambiental. A curadoria aponta que é possível viajar com sofisticação sem abrir mão do respeito à natureza e às comunidades locais.
Esteja atento aos destinos que aparecem na lista, cada um com práticas de conservação, apoio a comunidades locais e projetos de preservação de ecossistemas.
Pantanal e aventura sustentável
Caiman, Pantanal, Brasil: referência em ecoturismo de alto padrão há mais de 30 anos. Oferece trilhas, canoagem e safáris noturnos, com observação de onças em parceria com o Projeto Onçafari. Investimentos incluem gestão florestal e geração de empregos.
Namíbia em destaque
Wolwedans, Namíbia: localizado na NamibRand, oferece cabanas suspensas que minimizam impactos. Caminhadas, bicicletas e voos de balão ao amanhecer compõem a experiência, com reflorestamento e tratamento de água.
Filipinas e Indonésia na trilha do sossego ativo
Nay Palad Hideaway, Filipinas: em Siargao, aposta no barefoot luxury. Esportes aquáticos, trilhas e spa compõem o lazer, com ações de recuperação de corais e proteção de espécies ameaçadas.
Belo litoral sul-africano e mais
Grootbos, África do Sul: na região de Cabo Ocidental, oferece observação de baleias, safáris marinhos e foco em educação ambiental, com reaproveitamento de água da chuva e incentivo a novos empreendedores.
Patagônia, Chile e Austrália
Estancia Cerro Guido, Chile: na Patagônia, com visão para Torres del Paine, oferece hospedagem all-inclusive e atividades de observação de pumas. Investimentos em educação ambiental e preservação da fauna.
Batu Batu, Malásia: no Parque Marinho de Johor, ilha de Palau Tengah, vilas de carpinteiros locais dialogam com o cenário. Mergulho, caiaque e stand up paddle; parte dos lucros vai para conservação marinha e educação.
Lapa Rios, Costa Rica: na Península de Osa, dispõe de bangalôs de luxo em floresta primária. Trilhas, canoagem e vida selvagem, com mais de 400 hectares preservados e projetos sociais.
Austrália, Argentina e Indonésia
Arkaba, Austrália: nos Montes Flinders, recebe apenas dez hóspedes. Safáris guiados e a caminhada The Arkaba Walk integraram conservação e apoio a comunidades indígenas.
Estancia Los Potreros, Argentina: Sierras Chicas, tradição gaúcha em casarão de pedra. Polo, cavalgadas, captação de água da chuva e bem-estar animal compõem o turismo sustentável.
Nikoi, Indonésia: ilha de Nikoi exibe um modelo de hospitalidade simples e sustentável, com atividades de lazer e projetos de conservação marinha.
Fonte: materiais oficiais de divulgação vinculados à PlanetaEXO, sem links diretos, com creditação aos parceiros e propriedades envolvidas.
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