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No aeroporto de San José, taxa de saída não pôde ser paga; mulher pagou

Desconhecida paga a taxa de partida de US$ cinco em San José, salvando a viagem de quem enfrentava atraso por falta de caixa

‘I realised the border guard was asking those ahead of me to pay US$5 in airport departure tax – money I didn’t have.’ Composite: Victoria Hart/Getty Images
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  • Em 1994, aos 19 anos, o narrador viajava sozinho pela primeira vez pela América do Sul e precisava pagar US$ 5 de taxa de saída no aeroporto de San José, Costa Rica, mas não tinha dinheiro.
  • O único caixa eletrônico estava fora de serviço e os bancos estavam fechados num sábado; não havia como pagar a taxa antes do embarque.
  • Não havia ATM no aeroporto, e o guarda de fronteira exigia pagamento em dinheiro para seguir viagem para Panamá, Chile e, eventualmente, Bolívia.
  • Uma mulher que estava na fila e já passara por situação semelhante entregou o dinheiro sem pedir nada em troca.
  • O gesto simples teve impacto duradouro na visão do narrador, que lembra como exemplo de bondade de desconhecidos.

Aos 19 anos, uma viajante solo enfrentou uma situação difícil no aeroporto de San José, Costa Rica, em 1994. A taxa de embarque precisava ser paga em dinheiro, antes do embarque, e não havia caixa eletrônico disponível. Sem o valor, ela não conseguiria seguir viagem.

O episódio ocorreu em um sábado, quando bancos estavam fechados e o único caixa do aeroporto estava fora de serviço. A viajante tentou pagar com cartão e cheques de viajante, mas a taxa de US$ 5 era exigida apenas em dinheiro. Não havia internet nem telefone para pedir ajuda.

Uma mulher que estava atrás na fila, ao perceber a dificuldade, entregou o dinheiro à viajante para cobrir a taxa. Ela afirmou ter passado por uma situação semelhante e não buscou reconhecimento. Em seguida, seguiu para a alfândega sem atrasos.

Essa intervenção simples impediu o atraso na sequência de voos da viajante, que incluía destinos como Panamá, Chile e, final, Bolívia. O episódio é lembrado como um ato de empatia em um momento crítico.

A jovem, que já tinha viajado sozinha apenas algumas vezes, reconhece que o gesto teve impacto duradouro. Ela ressalta que a ajuda de um estranho pode influenciar a maneira como se encara a humanidade.

O relato permanece como exemplo de solidariedade entre pessoas desconhecidas, especialmente em situações de risco logístico durante viagens. Em situações semelhantes, a história sugere que pequenas ações podem evitar grandes transtornos.

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