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Ao atingir o auge após os 50: desafios e oportunidades

Aos cinquenta, Marina Bandeira Klink encerra atuação em eventos e inicia montanhismo no Parque Nacional de Itatiaia, mostrando que a realização pode começar depois dos cinquenta

Parque Nacional de Itatiaia foi o cenário da primeira experiência de Marina com o montanhismo
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  • Marina Bandeira Klink, fotógrafa de natureza, realizou pela primeira vez montanhismo aos 50 anos, após deixar a área de eventos e migrar para a fotografia de natureza.
  • A aventura começou com uma escalada no Parque Nacional de Itatiaia, durante a pandemia, após conhecer um guia especializado em Lives.
  • A preparação foi simples: duas mochilas, uma com roupas técnicas e equipamento fotográfico, incluindo uma bateria para o caminho todo.
  • A experiência foi descrita como desafiadora, com início suave, obstáculos e a sensação de recompensa ao chegar ao cume, ao observar a Terra de cima.
  • Marina ressalta que o segredo da recompensa está na caminhada e que o melhor da vida pode começar décadas depois dos cinquenta, mantendo a continuidade de desafios.

Ao completar 50 anos, Marina Bandeira Klink resolveu encarar o montanhismo pela primeira vez. A experiência, que se tornou pauta de seu relato, ocorreu após mudanças profissionais que a levaram à fotografia de natureza. O nascimento dessa aventura coincidiu com a pandemia, em 2020, quando ela decidiu explorar destinos não convencionais.

Aos 50, Marina encerrou atividades na área de eventos e passou a se dedicar à fotografia de natureza. A decisão de subir uma montanha veio de forma espontânea, inspirada por lembranças de infância — ela costumava observar as Agulhas Negras pela janela da casa da avó, em Resende. O primeiro desafio foi no Parque Nacional de Itatiaia.

A organização da expedição foi simples: duas mochilas, uma com roupas técnicas e câmera, a outra apenas com o equipamento fotográfico. Ela seguiu a orientação de um guia especializado em montanhas e partiu do litoral para o interior de Itatiaia, em uma caminhada que exigiu preparo físico e foco.

Ao chegar à base, a escalada ganhou ares de aprendizado. O percurso incluiu trechos com pedras soltas, paredões e fendas, enfrentados com apoio do guia. O andamento foi gradual: início suave, passos mais difíceis e, ao final, o cume onde a vista recompensou o esforço.

O relato aponta que a sensação ao alcançar o topo foi de vitória pessoal, associada à percepção de que a conquista depende da perseverança. Marina descreve a experiência como reveladora e incentiva quem busca desafios a seguir adiante, um passo de cada vez.

Desde então, Marina passou a valorizar o desafio de subir montanhas, sugerindo que grandes realizações podem aparecer além dos 50. Em suas palavras, o caminho é tão importante quanto o destino, e a coragem de começar é o que determina o resultado.

Marina Bandeira Klink é fotógrafa de natureza reconhecida no Brasil. Seu trabalho inclui registros em regiões remotas, além de livros de fotografia e participação em exposições nacionais e internacionais. Ela também ministra palestras sobre mudança de mindset, liderança e meio ambiente.

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