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Brasil entra em alerta máximo por aumento do sarampo nas Américas

Brasil entra em alerta máximo por surtos de sarampo nas Américas; vacinação intensificada e vigilância visam manter certificação de área livre

Créditos: Fernando Frazão / Agência Brasil
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  • Brasil está em alerta máximo por surtos de sarampo na América e mantém ações de prevenção para permanecer como área livre da doença.
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  • Em 2025: 14.891 casos em 14 países das Américas, com 29 mortes; até 5 de março de 2026: 7.145 infecções confirmadas no continente.
  • A primeira infecção no Brasil em 2026 foi de uma bebê de 6 meses em São Paulo, adquirida durante viagem à Bolívia.
  • O Ministério da Saúde mantém a certificação de área livre e reforça a vacinação, com duas doses no calendário básico (primeira aos 12 meses, segunda aos 15 meses) e dose zero para contatos próximos em situações de risco.
  • No ano passado, 92,5% dos bebês receberam a primeira dose; 77,9% completaram o esquema. Autoridades seguem com bloqueio vacinal e busca ativa em casos suspeitos.

O Brasil está em alerta máximo devido aos surtos de sarampo em países da América. Segundo Eder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), ações de prevenção e controle seguem em curso para manter o país livre da doença.

Até o dia 5 de março, a América registrou 7.145 infecções de sarampo neste ano, contra 14.891 casos em 2024, em 14 países, com 29 mortes. Em 2025 foram contabilizados 38 casos no Brasil, sem transmissão comunitária.

A primeira infecção de 2026 no Brasil foi confirmada na semana passada, em uma bebê de 6 meses em São Paulo. A criança contraiu o vírus durante viagem à Bolívia, onde ocorre surto ativo.

Medidas e vigilância

O Ministério da Saúde mantém o monitoramento constante e reforça campanhas de vacinação em áreas de fronteira. A certificação de área livre de sarampo depende de vigilância rigorosa e alta cobertura vacinal.

O calendário básico do SUS prevê duas doses da vacina contra sarampo: a primeira aos 12 meses, na tríplice viral, e a segunda aos 15 meses, na tetraviral. Em 2023-2024, 92,5% receberam a primeira dose e 77,9% completaram o esquema na idade certa.

O PNI descreve um protocolo de resposta a casos suspeitos: identificação rápida, bloqueio vacinal, busca ativa de contatos e monitoramento de comunidades por três meses. Caso haja confirmação, a vigilância se estende até o fim da ocorrência.

Vacinação em contextos de risco

Casos suspeitos são notificados rapidamente, e o município realiza a vacinação de contatos próximos para impedir a disseminação. Pessoas até 59 anos sem comprovante de duas doses devem se imunizar.

Em 2026, até 26 de janeiro, o painel do Ministério registrava 27 suspeitas de sarampo no país, apenas uma confirmada. A resposta envolve vacinação de contatos e varreduras em laboratórios e unidades de saúde.

Desafios de viagem e comunicação

Gatti reforça que o Brasil possui ferramentas para evitar a repetição de surtos vistos no continente. Com a Copa do Mundo de 2026, há preocupação com a circulação de turistas, incluindo brasileiros, entre EUA, México e Canadá.

A Anvisa já atua com mensagens de orientação sobre vacinação em aeroportos e portos. O país também enfrenta desafios logísticos em cidades turísticas e divisas com forte fluxo de pessoas, o que exige manter alta cobertura vacinal.

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