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MEC aperfeiçoa fluxo para missões institucionais de Fronteira

MEC simplifica trânsito vicinal fronteiriço entre cidades gêmeas, liberando deslocamentos de até doze horas sem publicação no Diário Oficial para ações pontuais

Foto Angelo Miguel/MEC
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  • O Ministério da Educação publicou a Portaria nº 157/2026 em 19 de fevereiro para desburocratizar o trânsito vicinal fronteiriço entre cidades gêmeas do Brasil e países limítrofes.
  • A norma dispensa a publicação no Diário Oficial da União para deslocamentos de curta duração, inferiores a doze horas, sem pernoite, entre cidades gêmeas e localidades fronteiriças vinculadas.
  • O objetivo é facilitar ações pontuais de ensino, pesquisa e extensão em cooperação com instituições vizinhas na região de fronteira.
  • Instituições de frontera apoiaram a medida: a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) vê avanço na integração; o Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) destacou facilitação de projetos de extensão, pesquisa e eventos culturais.
  • A portaria busca maior eficiência e uso racional de recursos públicos, alinhando-se à política educacional e à integração regional.

O Ministério da Educação (MEC) publicou a Portaria nº 157/2026, que simplifica o trânsito vicinal fronteiriço de servidores entre cidades gêmeas do Brasil e países vizinhos. A medida desburocratiza deslocamentos de curta distância sem pernoite, fortalecendo ações institucionais como ensino, pesquisa e extensão em fronteiras.

A norma dispensa a publicação de afastamento no Diário Oficial para deslocamentos de até 12 horas. A seção fronteiriça abrange cidades gêmeas e localidades vinculadas, permitindo reuniões, eventos e visitas técnicas com menor carga administrativa.

A portaria foi recebida por instituições situadas em regiões de fronteira. Reitores e pró-reitores destacam que o texto facilita cooperação transfronteiriça, reduzindo entraves legais para projetos conjuntos com universidades e escolas de países vizinhos.

Para a Unila, a medida representa avanço na integração acadêmica. A reitora Diana Araujo afirma que cruza fronteiras com mais tranquilidade, abrindo caminhos para cooperação internacional e ações de ensino e pesquisa.

Para o IFSul, a vice-reitora Lia Pachalski ressalta que a mudança facilita projetos de extensão e estudos conjuntos, fortalecendo a cooperação cultural e científica entre as comunidades de ambos os lados da fronteira.

O normativo está alinhado aos princípios de eficiência e economicidade da administração pública, buscando uso racional de recursos e atuação mais ágil de servidores em ações da política educacional na fronteira.

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