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Columbia diz que DHS deteve estudante após entrada de agentes em prédio universitário

Columbia afirma que agentes de imigração detiveram uma estudante ao entrarem no prédio residencial, alegando ter se apresentado falsamente para obter acesso, com apoio à família

Columbia University in New York City, New York.
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  • A Columbia informou que um de seus estudantes foi detido por agentes federais de imigração, que teriam se apresentado de forma enganosa para entrar em um edifício residencial e realizar a prisão.
  • A presidente interina Claire Shipman afirmou que a universidade está apurando o caso, contatou a família e oferece apoio jurídico, sem identificar o estudante ou comentar o status migratório.
  • Shipman disse que os agentes teriam feito representações para entrar no prédio na busca de uma “pessoa desaparecida” e ressaltou que apenas um mandado judicial permite acesso a áreas não públicas da universidade.
  • O Departamento de Segurança Nacional não respondeu de imediato a pedidos de comentário.
  • A instituição marcou uma vigília de emergência para o campus ao meio‑dia de quinta-feira.

Columbia University informou na manhã desta quinta-feira que uma de suas alunas foi detida por agentes federais de imigração, que, segundo a instituição, teriam se identificado de forma inadequada para entrar em um prédio residencial e realizar a prisão. A universidade disse que busca informações adicionais.

Claire Shipman, reitora interina, divulgou uma nota à comunidade universitária afirmando que a instituição está trabalhando para entender o ocorrido. Ela não identificou a aluna nem comentou o status migratório, mas disse que a família está sendo contatada e que a universidade fornece apoio jurídico.

A instituição afirmou que não reporta nomes neste momento, mas fontes indicam que a aluna é Ellie Aghayeva, estudante de graduação. A postagem na rede social da aluna sugere situação tensa relacionada a sua prisão.

Detalhes do incidente

Shipman afirmou que há indícios de que os agentes federais fizeram representações falsas para ter acesso ao prédio onde estaria sendo buscada uma pessoa desaparecida. A universidade ressaltou que, para acessar áreas não públicas, é necessário mandado judicial ou intimação judicial; mandado administrativo não basta.

O Departamento de Segurança Interna (DHS) não respondeu de imediato a pedidos de comentário. O DHS é também a agência-mãe do ICE e da patrulha de fronteira. A prisão ocorre quase um ano após incidentes semelhantes no campus envolvendo estudantes palestinos com status migratório válido.

Contexto e desdobramentos

O caso chega após tensão provocada por detenções de estudantes no ano anterior, que resultaram em ações judiciais e debates sobre direitos de acadêmicos estrangeiros. Um juiz federal de Boston já considerou inconstitucional a detenção de alguns deles em decisões anteriores.

A universidade planeja realizar uma vigília emergencial ao meio-dia no campus, segundo apuração de fontes locais. Também houve condenação de autoridades locais, com líderes do conselho municipal destacando que ICE não tem espaço em instituições de ensino.

Reação institucional

Em nota conjunta, a presidente da Câmara Municipal de Nova York, Julie Menin, e o líder da maioria, Shaun Abreu, repudiaram a detenção. Eles afirmaram que a presença de ICE em escolas não aumenta a segurança e gera desconfiança na comunidade.

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