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UFPA inaugura laboratório de inovação farmacêutica amazônica

UFPA inaugura laboratório de tecnologia farmacêutica e cosmética, com parceria da UFPE, para fortalecer bioeconomia circular e a inovação na saúde amazônica

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Foto: Alexandre de Moraes/UFPA
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  • A UFPA inaugurou o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica e Cosmetologia, vinculado ao MEC, para formulação de cosméticos e farmacêuticos a partir de produtos da Amazônia.
  • A coordenação fica a cargo da docente Marta Monteiro, com parceria de Nélio Machado e Emanuel Macedo, e colaboração da UFPE e do professor Pedro Rolim para padronização metodológica e transferência de tecnologia.
  • O espaço fortalece a bioeconomia circular da Amazônia por meio da ciência translacional, com pesquisas em resíduos agroindustriais de frutos como açaí, cacau e pupunha.
  • As frentes de pesquisa envolvem nanotecnologia, biofármacos, regeneração tecidual avançada e cosmetologia sustentável e dermocosméticos de alta performance.
  • A iniciativa integra uma rede de cooperação com instituições brasileiras e internacionais, ampliando redes globais de pesquisa e formação de recursos humanos qualificados.

A Universidade Federal do Pará (UFPA), vinculada ao MEC, inaugurou o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica e Cosmetologia. O espaço foca na formulação de produtos cosméticos e farmacêuticos a partir de resíduos da Amazônia, fortalecendo a pesquisa e a inovação.

Coordenação fica a cargo da docente Marta Monteiro, com participação de Nélio Machado e Emanuel Macedo. A iniciativa integra ciência, setor produtivo e sociedade civil, promovendo diálogo com comunidades locais.

O laboratório contará com colaboração da UFPE, sob supervisão do professor Pedro Rolim, para reforçar padronização metodológica e transferência de tecnologia. A parceria busca fortalecer o desenvolvimento farmacêutico nacional.

Áreas de atuação e impactos simulados. As pesquisas vão na linha da bioeconomia circular e da ciência translacional, enfocando resíduos agroindustriais de açaí, cacau e pupunha para aplicações químicas, farmacológicas e tecnológicas.

Na prática, o foco inclui nanotecnologia, biofármacos para doenças infecciosas, regeneração tecidual e cosméticos sustentáveis. Produtos de alta performance deverão nascer de química verde e ativos naturais amazônicos.

A equipe é multidisciplinar, reunindo farmacêuticos, engenheiros químicos, biotecnologistas e estudantes de graduação e pós-graduação. O espaço integra uma rede de cooperação com instituições brasileiras e internacionais.

Parcerias nacionais e estrangeiras ampliam o potencial do laboratório, com conexões na Espanha, EUA, Alemanha e Itália. As colaborações visam acesso a plataformas tecnológicas e formação de recursos humanos com perfil internacional.

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