- O terraço conhecido como Porta do Céu, no Rocinha, tornou-se a mais comentada atração de Rio, com filas que chegam a durar horas.
- Vídeos com drones exibindo a passagem pelo telhado viralizaram desde 2025, atraindo visitantes de várias partes do mundo.
- Guias locais acompanham turistas de diferentes países, destacando o impacto positivo para a comunidade.
- Turistas elogiam a experiência e a vista de Rio, com áreas de espera improvisadas onde é possível tomar bebidas e apreciar o pôr do sol.
- Autoridades pretendem ampliar o treinamento de guias em oito comunidades para sustentar o aumento do turismo.
A fim de conhecer o famoso rooftop conhecido como Porta do Céu, no Rocinha, família britânica embarcou na manhã de sábado e seguiu para o ponto de maior comoção turística do Rio de Janeiro. O local ficou conhecido após vídeos de drone viralizarem mostrando visitantes atravessando uma porta de metal e contemplando a paisagem da favela ao som de trilha brasileira.
Desde o ano passado, dezenas de milhares de visitantes passaram pelo terraço, atraídos por conteúdos que exibem o cenário da Rocinha e a entrada para a obra de um morador local. Guias locais ajudam quem visita com informações sobre a comunidade e o entorno da área.
Entidades ligadas ao turismo destacam o Boca do Céu como nova marca da cidade. O guia Vitor Hugo Oliveira da Conceição, que organiza visitas, afirma que a popularidade se consolidou em 2025, com vídeos que bateram recordes de visualizações nas redes sociais.
Contexto e repercussões
A visitação elevou o turismo na Rocinha, com turistas de diversas partes do mundo chegando para explorar o espaço, que também serve de base para negócios locais. Entre os visitantes estão famílias, casais e grupos de diferentes países que buscam experiências culturais autênticas.
Segundo o presidente da Embratur, a fila para fotografias no telhado pode chegar a horas de espera, refletindo o interesse internacional pela região. Profissionais locais destacam que a atividade cria empregos e renda, especialmente para guias e pequenos comércios.
Atração gera debates sobre impactos sociais e preservação. Moradores apontam que a visitação tem ajudado a transformar a percepção sobre a favela e incentivar iniciativas de capacitação e turismo responsável, visando manter a segurança de visitantes e residentes.
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