- Um juiz federal determinou que a Universidade da Pensilvânia entregue registros de funcionários judeus ao EEOC, como parte de uma investigação sobre discriminação antissemita, mas não exige que a instituição revele a filiação de cada funcionário a grupos específicos.
- Os empregados podem se recusar a participar da investigação, mas o EEOC precisa ter a oportunidade de falar diretamente com eles para buscar evidências de discriminação.
- A Penn não precisa divulgar a filiação de trabalhadores a organizações judaicas nem fornecer informações sobre três grupos afiliados a judeus.
- A universidade afirma que planeja recorrer e menciona preocupações com privacidade e com a Primeira Emenda, destacando que não mantém listas de funcionários por religião.
- A investigação do EEOC envolve incidentes de antisemitismo no campus, ações relacionadas a protestos sobre a guerra em Gaza e a resposta da universidade a esses acontecimentos.
Um juiz federal ordenou que a Universidade da Pensilvânia forneça à EEOC registros sobre funcionários judeus no campus, como parte de uma investigação sobre discriminação antissemita. A decisão não exige a revelação da filiação religiosa de cada empregado.
O juiz Gerald Pappert manteve a maior parte da medida, mas limitou a divulgação: Penn não precisa informar a filiação de trabalhadores a grupos judeus nem fornecer dados sobre três organizações associadas. Trabalhadores podem recusar participação na investigação.
A universidade afirmou que enfrenta questões de privacidade e direitos de expressão, e que não mantém listas por religião. Penn planeja recorrer da decisão, mas ressalta compromisso com segurança e combate à discriminação.
Detalhes da investigação
A investigação da EEOC envolve incidentes antissemita em campus, incluindo ataques a um centro estudantil judaico, pichações com símbolos nazistas e ações ligadas a protestos sobre a guerra em Gaza.
A EEOC sustenta que identificar testemunhas e vítimas ajuda a avaliar se o ambiente de trabalho era hostil de forma objetiva e subjetiva. A apuração aponta para supostos casos de discriminação na universidade.
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