- Jair Bolsonaro recebeu alta do hospital nesta sexta-feira, 27, e iniciou prisão domiciliar por 90 dias para recuperação de saúde.
- A autorização foi dada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, devido a complicações de saúde.
- Bolsonaro, de 71 anos, cumpre pena de 27 anos por conspiração para golpe de Estado após as eleições de 2022.
- Moraes já havia negado pedidos anteriores de prisão domiciliar, e disse que reavaliaria o benefício após o período inicial de 90 dias.
- No passado, Bolsonaro já esteve em prisão domiciliar, foi detido após romper a tornozeleira e, mais tarde, transferido para uma cela especial no principal complexo penitenciário de Brasília.
Jair Bolsonaro deixou o hospital nesta sexta-feira (27) para iniciar prisão domiciliar por 90 dias, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão ocorreu por conta de complicações de saúde e visa permitir plena recuperação do ex-presidente, que recebeu alta duas semanas após ser internado com pneumonia.
Condenado em setembro por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos em regime de encarceramento em Brasília. Moraes autorizou a transferência para prisão domiciliar após a alta médica, determinando o período inicial de 90 dias para recuperação.
O magistrado já havia negado diversos pedidos para cumprir a pena em casa, afirmando que a reavaliação ocorreria após esse intervalo. Bolsonaro esteve em prisão domiciliar até novembro, foi detido ao romper a tornozeleira na sede da Polícia Federal em Brasília e, em janeiro, foi transferido para uma cela especial no principal complexo penitenciário da capital.
Decisão de Moraes e desdobramentos
A medida de hoje envolve a continuidade de monitoramento médico e a restrição de deslocamentos, até que haja nova avaliação. A notícia foi apurada pela Bloomberg, que acompanhou a tramitação da autorização e os antecedentes judiciais de Bolsonaro.
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