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TJ concede habeas corpus a vereador Salvino Oliveira no Rio

TJ do Rio concede habeas corpus a vereador Salvino Oliveira, acusado de articular benefícios ao Comando Vermelho; liberação ocorre após prisão na operação Red Legacy

Vereador Salvino Oliveira (PSD)
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  • O Tribunal de Justiça do Rio concedeu habeas corpus ao vereador Salvino Oliveira, com a liberação confirmada pelo TJRJ no começo da tarde.
  • A prisão ocorreu na última quarta-feira, 11, durante megaoperação do Rio que visava membros do Comando Vermelho.
  • Oliveira tem 28 anos e está no primeiro mandato, tendo recebido cerca de 27 mil votos na última eleição; nasceu na Cidade de Deus.
  • Na Operação Red Legacy, o vereador é acusado de negociar com o traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, para campanha na Gardênia Azul; Doca é considerado líder do CV em liberdade.
  • A polícia afirma que Oliveira articulou benefícios ao grupo e à população local, como a instalação de quiosques; a defesa o descreveu como vítima.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu habeas corpus ao vereador Salvino Oliveira. A liberação foi confirmada pelo TJ-RJ no início da tarde de hoje. A prisão ocorreu na última quarta-feira, 11, durante operação que mirava integrantes do Comando Vermelho.

Salvino Oliveira está em seu primeiro mandato. O político, de 28 anos, obteve cerca de 27 mil votos na última eleição e é natural da Cidade de Deus. A defesa sustenta que não houve comprovação de crime que justificasse a detenção.

Operação Red Legacy

Segundo a Polícia Civil, Oliveira teria negociado com o traficante Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca. A denúncia aponta que o vereador solicitou autorização para campanha eleitoral na comunidade Gardênia Azul, área sob domínio do CV.

Doca é apontado pela polícia como líder do grupo no Rio de Janeiro e era alvo da megaoperação de outubro de 2025, que envolveu o Complexo do Alemão e a Penha, resultando em ao menos 121 mortes.

Conforme a investigação, o parlamentar teria articulado benefícios ao grupo e à população local, incluindo a instalação de quiosques na região. Parte dos beneficiários teriam sido determinados por integrantes da facção, sem processo público transparente.

Salvino Oliveira afirmou à TV Globo que se via como vítima da situação ao ser conduzido à Cidade da Polícia.

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