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Presidente do TRF-3 critica ataques à magistratura como predatórios

Novo presidente do TRF-3 defende remuneração condigna da magistratura e reage a ataques, advertindo que enfraquecer o Judiciário pode provocar caos

Desembargador federal Johonsom di Salvo assume a presidência do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) no biênio 2026-2028
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  • O desembargador federal Luís Antonio Johonsom di Salvo assumiu a presidência do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF‑3) para o biênio 2026‑2028, nesta segunda-feira, 2.
  • Em discurso a magistrados, juristas e advogados, ele defendeu a magistratura e seus proventos diante de ataques da opinião pública e da ação do Supremo Tribunal Federal contra penduricalhos.
  • Di Salvo afirmou que há quem veja o juiz como malfeitor e disse que é tarefa da magistratura repudiar esse estado de coisas.
  • O novo presidente mencionou um “paredão de processos” sob a guarda dos tribunais e apontou o descaso remuneratório como parte do problema que atinge o Judiciário.
  • Ele enfatizou a necessidade de defender a magistratura saudável e afirmou que críticas devem ser enfrentadas, mantendo o Judiciário como parte essencial do processo civilizatório.

O desembargador Luís Antonio Johonsom di Salvo tomou posse nesta segunda-feira como presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) para o biênio 2026-2028. A posse ocorreu em evento com magistrados, juristas e advogados.

Di Salvo lançou uma defesa veemente da magistratura diante do que descreveu como ataques da opinião pública e pressões do STF para manter sob controle o pagamento de penduricalhos no Judiciário. Ele afirmou que a Justiça é alvo de ataques como se fosse um ninho de rapinantes.

O novo presidente enfatizou a importância de uma remuneração condigna, mas rejeitou qualquer ideia de esmola ou mendicância. Segundo ele, críticas ao Judiciário existem, porém é preciso responder com responsabilidade diante do cenário nacional.

Afirmou ainda que há um acervo de processos sob a guarda dos tribunais em todo o país e que o Judiciário não pode se calar diante do que chamou de obscurantismo. Defendeu a atuação firme dos agentes do Judiciário para defender a magistratura íntegra.

Di Salvo, natural de Rio Claro (SP), é formado pela PUC-Campinas e iniciou a carreira como promotor em 1980. Ingressou na Justiça Federal em 1992 e foi promovido a desembargador em 2002, antes de assumir o TRF-3.

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