- O TCU arquivou um pedido de investigação enviado pelo MPTCU sobre supostas festas promovidas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em Trancoso (Bahia).
- A cobrança dizia respeito a eventos privados chamados “Cine Trancoso” realizados na casa de veraneio de Vorcaro, com objetivo de identificar autoridades públicas federais que teriam participado.
- Os eventos teriam ocorrido sob controle de acesso e com proibição de uso de celulares, segundo a representação, que utiliza como base um material da Folha de São Paulo.
- A representação defendia a necessidade de apurar impactos na administração pública e possíveis vínculos de entidades públicas com os eventos, caso houvesse financiamento ou promoção.
- Entre as instituições federais mencionadas como potencialmente envolvidas estariam Banco do Brasil, BRB (Banco de Brasília) e BNDES.
O TCU arquivou um pedido de investigação apresentado pelo MPTCU sobre supostas festas organizadas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em Trancoso, Bahia. A representação envolve eventos na casa de veraneio do empresário, segundo apuração usada pelo MPTCU.
As festas, privadas, teriam ocorrido sob o nome de “Cine Trancoso” e teriam contado com controle rígido de acesso e proibição de uso de celulares. A peça acusa a presença de autoridades públicas federais, incluindo procuradores e magistrados, nas ocasiões.
A representação sustenta que a apuração é necessária para avaliar impactos na administração pública e a eventual participação de entidades públicas no financiamento ou promoção dos eventos. Folha de S Paulo foi a fonte que fundamentou a reportagem citada pelo MPTCU.
Entre os possíveis impactos citados, estão a eventual vinculação de Banco do Brasil, BRB e BNDES aos eventos, o que justificaría maior escrutínio sobre eventuais benefícios ou favorecimentos no uso de recursos públicos.
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