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Ministro do STJ recebe alta no hospital de Brasília após investigação de assédio

Ministro do STJ Marco Buzzi recebe alta de hospital após afastamento por denúncias de assédio; defesa contesta medida e investigação segue

O ministro do STJ Marco Buzzi
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  • O ministro Marco Buzzi, 68 anos, recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde estava internado desde 5 de fevereiro.
  • Ele havia sido afastado do STJ por acusações de assédio e importunação sexual envolvendo uma jovem de 18 anos, ocorridas em Balneário Camboriú.
  • A vítima, filha de amigos do magistrado, registrou boletim de ocorrência; outra mulher também apresentou denúncia ao Conselho Nacional de Justiça.
  • O STJ afastou o ministro temporariamente e ele entrou com licença médica de 90 dias para tratamento psiquiátrico com ajuste medicamentoso.
  • A defesa sustenta a desnecessidade do afastamento, e o ministro afirmou, em carta a colegas, que demonstrará a inocência nos processos em curso.

O ministro Marco Buzzi, de 68 anos, teve alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde estava internado desde o dia 5 de fevereiro. Ele está afastado do STJ por acusações de assédio e importunação sexual.

A saída do hospital foi confirmada pela assessoria de Buzzi, que informou que o ministro recebeu alta na sexta-feira. O quadro apresentado na internação foi de palpitações e dor no peito, segundo o hospital.

A denúncia envolve uma jovem de 18 anos que alegou ter sido assediada pelo ministro durante um incidente em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. A vítima é filha de um casal de amigos de Buzzi, e a família registrou boletim de ocorrência. Outra mulher também relatou o mesmo ao CNJ.

Afastamento e defesa

O STJ decidiu afastar temporariamente o ministro do cargo. Antes da decisão, ele apresentou atestado e pediu licença médica por 90 dias para tratamento médico psiquiátrico com ajuste medicamentoso.

A defesa sustenta que a medida é desnecessária e que não há risco concreto à investigação, argumentando que o ministro já está afastado para tratamento médico. Os advogados são Maria Fernanda Saad Ávila e Paulo Emílio Catta Preta.

Em carta aos colegas do STJ, Buzzi afirmou que demonstrará sua inocência nos procedimentos já instaurados. Ele ressaltou que repudia as acusações e que o caso tem causado mágoas à família.

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