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Solidariedade defende Toffoli e critica o linchamento moral

Solidariedade emite nota de apoio a Toffoli após o STF trocar a relatoria do caso Banco Master, criticando linchamento moral

Ministro Dias Toffoli, do STF
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  • O Solidariedade publicou nota de apoio ao ministro Dias Toffoli, após ele deixar a relatoria do caso Banco Master.
  • A sigla critica o que chama de “linchamento moral” e destaca a atuação de Toffoli na magistratura brasileira.
  • A nota é assinada pelo deputado Paulo da Força (Solidariedade-SP), presidente nacional da legenda.
  • O partido ressalta que Toffoli presidiu o Poder Judiciário durante a pandemia e atuou no Tribunal Superior Eleitoral, marcado pelo equilíbrio.
  • O STF informou que não houve suspeição nem impedimento de Toffoli, mantendo-o apto a votar no processo caso haja julgamento.

O Solidariedade publicou hoje uma nota em defesa do ministro Dias Toffoli, do STF, após a decisão de o magistrado deixar a relatoria do caso Banco Master. A legenda contesta o que chama de linchamento moral e é assinada pelo deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), presidente nacional da sigla.

Segundo a nota, manifestações firmes são essenciais em momentos turbulentos, e o partido reconhece os quase vinte anos de serviços à magistratura brasileira prestados por Toffoli. O texto ressalta ainda que o ministro liderou a Presidência do Judiciário durante a pandemia de Covid-19 e conduziu eleições gerais como presidente do TSE, sempre com equilíbrio e firmeza.

O Solidariedade afirma que não se pode admitir que corporações e parte da imprensa promovam o linchamento moral de autoridades públicas com base em prejulgamentos e vazamentos seletivos de informações. A sigla defende responsabilidade institucional e cuidado com a defesa da democracia e das instituições.

A decisão de trocar a relatoria do caso Banco Master foi anunciada na noite de ontem pelo STF. Em nota, os magistrados informaram que não há suspeição ou impedimento de Toffoli para atuar no caso. A decisão mantém Toffoli apto a votar no processo em julgamento.

Segundo os ministros, o ex-relator atendeu a todos os pedidos formulados pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A justificativa é de que as solicitações foram plenamente atendidas e consistentes com o andamento do processo.

A notícia sobre a mudança de relatoria ocorreu sem atraso na tramitação do caso e sem alterações no conteúdo das mensagens já apresentadas pelos órgãos envolvidos. A decisão não altera a posição do STF quanto a possíveis desfechos do processo.

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