- Maierovitch, colunista do UOL, afirma que Paulo Gonet age de forma submissa ao Supremo Tribunal Federal no caso Master e critica a postura dele.
- O colunista diz que Gonet deveria ter pedido investigação criminal contra ministros do STF, mas optou pela omissão e pelo alinhamento, questionando a autonomia do Ministério Público Federal.
- Ele chama Gonet de “fantoche” no STF, atribuindo ao coro de corporativismo uma conivência inaceitável e citando Dias Toffoli como pupilo de Gilmar Mendes.
- Segundo Maierovitch, há indicativos suficientes de crimes, como favorecimento e obstrução, com possível coautoria em atuação conjunta com Vorcaro, além de questões envolvendo dinheiro.
- O colunista afirma que Gonet deveria pedir autorização ao STF para investigar criminalmente Dias Toffoli, sob risco de prevaricação, mantendo a dúvida sobre a capacidade de apurar diante dessas ligações.
Wálter Maierovitch, colunista do UOL, afirma que Paulo Gonet, atual procurador-geral da República, atua de forma submissa ao Supremo Tribunal Federal no caso conhecido como Master. O texto aponta que o titular da PGR deveria ter solicitado investigação criminal contra ministros do STF, mas optou pela omissão e pelo alinhamento, o que, segundo o colunista, gera suspeitas sobre atuação independente do Ministério Público Federal.
Para Maierovitch, a postura de Gonet revela inércia e possível subordinação ao STF, com menção ao papel do Conselho Superior do Ministério Público Federal no episódio. O colunista descreve o episódio como corporativismo e conivência, citando presunções de favorecimento e obstrução envolvendo o grupo relacionado ao caso.
O colunista sustenta que Gonet deveria pedir autorização ao STF para investigar criminalmente ministros, em especial Dias Toffoli, apontado como pupilo de Gilmar Mendes. Há alegações de vínculos entre Gonet e membros do STF que, segundo o texto, teriam influenciado a atuação da PGR.
Contexto e desdobramentos
Maierovitch afirma ainda que o procurador-geral poderia ter acionado procedimentos, mas não o fez, o que, na visão dele, configura risco de prevaricação. O autor, que atribui a escolha de Gonet a exigências de parceiros no meio jurídico, reforça a necessidade de apurar eventuais crimes envolvendo ministros.
Segundo a análise apresentada, o episódio envolve questões de autonomia institucional, supervisão do Ministério Público e possíveis conflitos de interesse entre o Ministério Público Federal e o STF. O texto destaca a importância de esclarecer responsabilidades e manter a independência das investigações.
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