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PF requer suspeição de Toffoli por conteúdo no celular de Vorcaro

PF solicita suspeição de Dias Toffoli por mensagens no celular de Vorcaro; ministro classifica acusações como ilações

Atuação do ministro Dias Toffoli no caso Master levanta dúvidas sobre rumo da investigação.
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  • A Polícia Federal pediu a suspeição do ministro Dias Toffoli por suposta atuação no caso do Banco Master, após encontrar mensagens no celular do banqueiro Daniel Vorcaro.
  • Toffoli chamou as acusações de “ilações” e disse que a resposta deveria ser dada ao presidente do STF.
  • O diretor-geral da PF, Andrei Passos, levou ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, a solicitação de novas diligências com base nas novas evidências.
  • A defesa de Toffoli divulgou nota dizendo que o pedido de suspeição é juridicamente nulo, pois a PF não tem legitimidade para fazê-lo e que o conteúdo será respondido ao STF.
  • O caso envolve sigilo de investigações na Operação Compliance Zero, com Toffoli ordenando que as evidências fossem lacradas e enviadas ao STF, incluindo o celular de Vorcaro.

A Polícia Federal pediu a suspeição do ministro Dias Toffoli por atuação no caso do Banco Master. A PF afirmou ter encontrado mensagens do ministro no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, o que levaria à suspeição. Toffoli classificou as informações como ilações.

A demanda foi apresentada pelo diretor-geral da PF, Andrei Passos, ao presidente do STF, Edson Fachin, na segunda-feira (9). A PF aguarda novas diligências, segundo fontes. Fachin tratou o pedido como juridicamente nulo.

O radar da PF aponta outras pessoas com foro privilegiado envolvidas nas novas provas. Há três frentes de investigação abertas, cuja continuidade depende de encaminhamentos técnicos e jurídicos.

Contexto e desdobramentos

Toffoli, relator do caso desde a avocação, determinou que todos os bens da segunda fase da Operação Compliance Zero fossem lacrados e enviados ao STF. Entre eles, o celular de Vorcaro, cuja criptografia a PF recentemente acessou.

O ministro já havia declarado sigilo máximo e condicionou diligências à sua autorização. Em janeiro, Toffoli mencionou a possibilidade de desmembrar a investigação e remetê-la à Justiça de primeira instância.

Na condução do caso, Toffoli também anulou atos de outras operações anteriores, o que gerou críticas e tensão política. O banco Master teve participação entre os patrocinadores de eventos promovidos pelo STF.

Situação atual

A PF permanece com as novas evidências sob análise e aguarda orientação jurídica para cada uma das frentes. O gabinete de Toffoli afirmou que apresentará resposta ao presidente da Corte. Não há desfecho definitivo até o momento.

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