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STF analisa validade de regras sobre uso de redes sociais por magistrados

STF inicia análise sobre validade de regras do CNJ para uso de redes sociais por magistrados, sob relatoria de Moraes, com foco em decoro e liberdade de expressão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com estátua da Justiça em destaque. — Foto: Divulgação/STF
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  • STF retoma análise de ações que discutem a validade de regras do CNJ sobre uso de redes sociais por magistrados, com a resolução de 2019 orientando conduta e proibições.
  • O relator é o ministro Alexandre de Moraes; a norma busca compatibilizar liberdade de expressão com deveres do cargo.
  • Diretrizes incluem moderação, decoror, não usar a marca do Sistema de Justiça, evitar autopromoção e evitar desinformação.
  • Entre as proibições: manifestações sobre processos pendentes de julgamento e opiniões políticas nas redes.
  • Ações foram movidas pela Associação dos Magistrados Brasileiros e pela Ajufe; Moraes já votou pela rejeição da contestação, e o caso seguiu para julgamento presencial.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (4) o julgamento de ações que contestam a validade de regras do CNJ sobre o uso de redes sociais por magistrados. A defesa questiona a resolução de 2019, que estabelece condutas, recomendações e proibições para juízes ao publicar online.

A discussão envolve a AMB e a Ajufe, que alegam violação de liberdade de expressão e de pensamento. Os ministros avaliam se as regras impedem ou limitam direitos constitucionais dos magistrados. O caso tramita no plenário do STF.

O relator é o ministro Alexandre de Moraes, que já votou pela manutenção da validade da norma. Moraes entende que a resolução busca evitar condutas que aparentem atuação político-partidária em plataformas com alcance global.

Além do relator, já ocuparam posição no julgamento os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli e Rosa Weber. O voto foi inicialmente apresentado em sessão virtual iniciada em nov/2022.

O julgamento presencial foi iniciado após pedido de destaque do ministro Nunes Marques. Embora tenha sido retirado, a sessão prosseguiu, mantendo os temas já em pauta. O STF realiza a análise no contexto de atuação pública de autoridades judiciais.

Logo abaixo, aguardam-se fundamentos adicionais, dados de prestação de contas e eventuais efeitos da decisão para a atuação de magistrados em redes sociais. A vigência da norma é tema central para o equilíbrio entre expressão pessoal e dever institucional.

Contexto e próximos passos

A norma de 2019 estabelece diretrizes como moderação, decoro e conduta respeitosa nas redes, e orienta evitar autopromoção e a propagação de informações sem verificar. Também proíbe usar a marca do sistema de Justiça para identificação nas plataformas.

O tema continua em pauta, com possíveis desdobramentos sobre impactos práticos para juízes. A decisão final ainda não foi anunciada pela corte.

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