- Um promotor de Utah, envolvido no caso contra Tyler Robinson, negou conflito de interesse durante audiência realizada na terça-feira.
- A defesa argumenta que a filha adulta de Chad Grunander, promotor assistente, esteve presente no rally em campus universitário onde Charlie Kirk foi morto, sugerindo possível viés.
- Grunander e a filha prestaram depoimento perante o juiz Tony Graf, em Provo, e o promotor afirmou que a presença da filha não influenciou a decisão de buscar pena de morte.
- Jeffrey Gray, promotor distrital, disse ter considerado a pena de morte antes da prisão de Robinson e que a decisão foi antecipada pela repercussão pública do caso.
- Os debates na audiência tratam de questões processuais, como a exibição de vídeos gráficos do crime e a possibilidade de manter as câmeras fora do tribunal, para assegurar um julgamento justo.
A procuradoria de Utah negou alegações de conflito de interesse no caso contra Tyler Robinson, acusado de matar o ativista de direita Charlie Kirk. O debate ocorreu durante audiência em Provo, nos EUA, nesta semana.
Os advogados de Robinson defendem a anulação da promotoria porque a filha adulta de Chad Grunander, advogado associado do condado, esteve presente no rally no campus de uma universidade de Utah, onde Kirk foi morto. A defesa sustenta que a presença da filha demonstra um possível conflito.
Grunander e a filha prestaram depoimento diante do juiz Tony Graf. O deputado do condado afirmou que a presença da filha não influenciou a decisão de buscar a pena de morte, enquanto os promotores disseram ter evidências suficientes contra Robinson para sustentar a acusação.
Pontos em discussão no processo
O promotor Jeffrey Gray explicou que já considerava a pena de morte antes da prisão de Robinson e que tornou público o posicionamento devido ao grande interesse público. A defesa busca tratar questões processuais, incluindo se vídeos gráficos da morte devem ser exibidos em plenário.
A defesa também pediu a proibição de câmeras durante o julgamento, alegando cobertura midiática tendsiosa que pode atrapalhar o andamento do processo. Já a viúva de Kirk, promotores e representantes da imprensa defendem a abertura das sessões.
Especialistas jurídicos citados pela imprensa destacaram o risco de viés provindo da cobertura midiática em casos de alto interesse público, o que poderia comprometer a imparcialidade dos jurados. A defesa aponta que a mídia age como investidora no caso.
Ainda não houve leitura de acusação formal por parte de Robinson. Questionamentos sobre a ligação entre o DNA e a investigação foram mencionados pela acusação, que informa ter indícios técnicos relativos ao envolvimento do réu no homicídio.
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