- A polícia estadual da Nigéria enquadrou Abubakar Malami, ex-ministro da Justiça, e o filho Abdulaziz em cinco acusações ligadas a terrorismo e posse de armas.
- Eles se declararam inocentes e permanecem sob custódia do Departamento de Segurança de Estado, até o início do julgamento em vinte de fevereiro.
- A acusação afirma que Malami, em novembro de dois mil e vinte e dois, auxiliou o financiamento de terrorismo ao não processar financiadores cujos casos lhe foram encaminhados durante o mandato como chefe da Justiça.
- A denúncia se soma a outros processos, incluindo lavagem de dinheiro com dezesseis acusações em dezembro de dois mil e vinte e cinco e um caso de confisco de ativos no Tribunal Federal.
- Em dezembro de dois mil e vinte e cinco, Malami e o filho teriam sido encontrados em posse de arma de fogo e cartuchos sem licença.
O estado policial da Nigéria abriu ações contra o ex-ministro da Justiça Abubakar Malami e seu filho, Abdulaziz, envolvendo cinco acusações ligadas a terrorismo e uso indevido de armas. A denúncia ocorre meses após investigação de crimes financeiros que resultaram em acusações de lavagem de dinheiro.
Segundo os procuradores, Malami, em novembro de 2022, teria colaborado para o financiamento do terrorismo ao se recusar a processar financiadores suspeitos cujos dossiês foram enviados a ele quando ocupava o cargo de chefe da advocacia. Os dois se declararam não culpados e foram mantidos sob custódia do Department of State Security, até o início do julgamento marcado para 20 de fevereiro, após rejeitarem fiança oral.
A nova acusação amplia os problemas legais de Malami, que já enfrenta processos de lavagem de dinheiro e um caso de apreensão de ativos no Federal High Court. Em dezembro, Malami foi formalmente acusado de 16 crimes de lavagem de dinheiro e de conspiração envolvendo bilhões de nairas.
Defesa argumentou que o casal já havia passado duas semanas detido e foi levado ao tribunal vindo do hospital; o juiz, no entanto, manteve a necessidade de uma chamada de fiança formal. Os ministérios públicos também afirmaram que Malami e o filho foram encontrados, em dezembro de 2025, em posse de uma arma de fogo e cartuchos sem licença válida.
As acusações são previstas pelas leis nigerianas e devem tramitar na Justiça federal, com o calendário de julgamento já definido para fevereiro. A matéria segue sob cobertura de agência de notícias, com detalhes adicionais a serem divulgados conforme surgirem novos desdobramentos.
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