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Melbourne terá transporte público sem Myki em quatro linhas de trem

Melbourne inicia, na segunda-feira, teste público de pagamento sem Myki em quatro linhas de trem (Craigieburn, Upfield, Ballarat e Seymour) até março e abril

Passengers transferring to trams or buses outside the trial zones will still need a Myki card – failing to use one outside it will result in a fine.
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  • A partir de segunda-feira, Melbourne inicia testes públicos de pagamento sem Myki em quatro linhas de trem suburbano: Craigieburn, Upfield, Ballarat e Seymour.
  • Durante o teste, passageiros podem pagar com cartão de débito ou crédito, smartphone ou smartwatch, sem a necessidade do cartão Myki.
  • O experimento vale até março e abril; quem for transferir para bondes ou ônibus fora dessas zonas ainda precisa do Myki, sob risco de multa.
  • O benefício vale apenas para tarifas integrais de adulto; idosos, estudantes e portadores de cartão de saúde continuam com descontos pelo Myki.
  • O projeto de modernização de 1,7 bilhão de dólares é gerido pela Conduent; o governo afirma que o teste ajuda a confirmar a tecnologia antes da implantação total.

Melbourne inicia na segunda-feira testes públicos de pagamento sem cartão Myki em linhas suburbanas, com pagamento por cartão de débito/crédito, smartphone ou smartwatch. O piloto abrange apenas quatro trajetos de trem.

Quem está envolvido: o governo de Victoria, por meio da ministra de Transportes, Gabrielle Williams, anunciou o programa. As linhas incluídas são Craigieburn, Upfield, Ballarat e Seymour, com apoio de fiscais e leitores de tarifas coloridos para guiar os passageiros.

Quando e onde: o experimento ocorre entre março e abril, apenas em trechos com estações da city loop incluídas no piloto. Passageiros que trafeguem para bondes ou ônibus fora dessas zonas continuam com o Myki.

Como funciona: os leitores de tarifas aceitarão pagamentos por cartões, celulares ou dispositivos wearables. Passageiros que não utilizarem o método dentro do piloto poderão receber multa. O benefício visa tornar as viagens mais rápidas e simples.

Por quê: a mudança faz parte de uma modernização de 1,7 bilhão de dólares do sistema de bilhetagem estadual, cuja implementação completa tem sido adiada por questões de infraestrutura. Quase 3.000 leitores novos foram instalados em 280 estações para sustentar a transição, gerida pela Conduent.

Contexto e desdobramentos: Melbourne já enfrenta críticas pela lentidão na atualização tecnológica. O piloto busca confirmar a confiabilidade do sistema antes de ampliar a rede. A promessa de 2023 de “chegar ao século 21” motiva a expansão gradual.

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