Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lula fará radioterapia para tratar câncer de pele, carcinoma basocelular

Lula inicia radioterapia superficial no couro cabeludo, após remoção de carcinoma basocelular; quinze sessões com objetivo preventivo e sem efeitos relevantes

Lula durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil — Foto: Reprodução/TV Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou, nesta segunda-feira, tratamento complementar de radioterapia superficial no couro cabeludo após a remoção de um carcinoma basocelular.
  • Serão quinze sessões de radioterapia de baixa profundidade, com foco na pele, sem expectativa de efeitos colaterais significativos.
  • O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele não melanoma; cresce lentamente e, se não tratado, pode destruir tecidos e causar deformidades, mas quase não metastatiza.
  • A lesão de Lula era localizada, sem disseminação para o corpo, segundo a equipe médica; a cirurgia é o tratamento padrão, com a radioterapia atuando para reduzir o risco de recidiva.
  • Entre os principais fatores de risco estão exposição solar crônica e pele clara; acompanhamento dermatológico é recomendado para quem já teve a doença.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira 25 um tratamento complementar com radioterapia superficial no couro cabeludo. O procedimento ocorre após a retirada, em abril, de um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. Segundo o Hospital Sírio-Libanês, as sessões são preventivas e devem ter poucos efeitos colaterais.

O carcinoma basocelular costuma crescer lentamente e raramente metastatiza. Especialistas ouvidos pelo g1 destacam que, se não tratado, o tumor pode destruir tecidos ao redor e causar deformidades. No caso de Lula, a lesão foi considerada localizada sem disseminação.

O INCA afirma que o carcinoma basocelular representa cerca de 80% dos cânceres de pele não melanoma diagnosticados no Brasil. A dermatologista Cristina Abdala informou que o tumor costuma não se espalhar, apresentando bom prognóstico com diagnóstico precoce.

Sobre o carcinoma basocelular

O câncer surge nas células basais da pele, na camada mais profunda da epiderme, e aparece principalmente em áreas expostas ao sol, como rosto, orelhas, pescoço e couro cabeludo. O crescimento é lento e tende a destruir tecidos próximos.

Entre os sinais estão feridas que não cicatrizam, pequenas lesões que sangram, crostas persistentes, nódulos brilhantes ou avermelhados e descamação recorrente. A ausência de dor pode atrasar a procura por atendimento.

A exposição solar crônica é o principal fator de risco. Pessoas com pele clara, histórico de queimaduras e trabalho ao ar livre têm maior probabilidade de desenvolver a doença. O couro cabeludo é especialmente vulnerável em indivíduos com calvície.

Radioterapia como complemento

A cirurgia continua sendo o tratamento padrão para a maioria dos carcinomas basocelulares, com altas taxas de cura. Em alguns casos, porém, tratamentos complementares reduzem o risco de recidiva.

A equipe médica informou que Lula fará 15 sessões de radioterapia superficial no couro cabeludo. A técnica utiliza radiação de baixa profundidade, sem atingir estruturas internas do organismo.

O objetivo é tratar possíveis células microscópicas residuais e ampliar o controle local da doença. A radioterapia é indicada quando há localização delicada ou expectativa de recidiva.

Observações finais

Tratamentos modernos, como terapias-alvo e imunoterapia, vêm sendo usados em estágios mais avançados. A recomendação médica para Lula, segundo o Sírio-Libanês, é manter o acompanhamento dermatológico e seguir proteção solar diária.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais