- Lula anunciou um plano de 4,64 bilhões de reais em apoio do BNDES para ampliar e modernizar 11 aeroportos administrados pela Aena Brasil, em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Pará e Minas Gerais.
- O projeto integra o Novo PAC e visa ampliar a capacidade operacional, modernizar estruturas e fortalecer a conectividade aérea em regiões fora dos grandes centros.
- Os terminais contemplados são Congonhas (SP); Campo Grande, Ponta Porã e Corumbá (MS); Santarém, Marabá, Carajás e Altamira (PA); e Uberlândia, Uberaba e Montes Claros (MG).
- A iniciativa pretende elevar o movimento de passageiros de cerca de 29 milhões por ano para mais de 40 milhões após as melhorias, gerando mais de dois mil empregos durante a implantação.
- O cronograma aponta conclusão das obras nos aeroportos regionais até o fim de 2026, enquanto Congonhas deve terminar até 2028.
O presidente Lula anunciou um plano de investimentos para ampliar e modernizar a infraestrutura aeroportuária do país. O destaque é um aporte de 4,64 bilhões de reais financiado pelo BNDES, que atende 11 aeroportos administrados pela concessionária Aena em quatro estados.
A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença de Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, e Santiago Yus, diretor-presidente da Aena Brasil, entre outras autoridades.
Os aeroportos contemplados são Congonhas (SP); Campo Grande, Ponta Porã e Corumbá (MS); Santarém, Marabá, Carajás e Altamira (PA); e Uberlândia, Uberaba e Montes Claros (MG). O objetivo é ampliar a capacidade operacional e a conectividade, especialmente em regiões fora dos grandes centros.
No conjunto, o projeto integra o Novo PAC e busca modernizar estruturas, com foco em sustentabilidade e incremento da movimentação de passageiros. Hoje, esses terminais atendem cerca de 29 milhões por ano e devem superar 40 milhões após as melhorias.
Em Congonhas, a maior fatia do investimento prevê a construção de um novo terminal, ampliação do pátio, mais pontes de embarque e expansão da área comercial. Nos demais aeroportos, haverá fases de adaptação, expansão de capacidade e ações de sustentabilidade.
A iniciativa deve gerar mais de dois mil empregos diretos e indiretos durante a implantação. O cronograma aponta conclusão das obras nos aeroportos regionais até o fim de 2026, enquanto Congonhas deve ficar pronta até 2028.
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