- Geoffrey Wall, de Barrie, Ontário, é acusado de ter atuado como capitão de linha aérea entre 2009 e 2025 sem a licença adequada para grandes aeronaves comerciais, segundo a polícia regional de Peel.
- A investigação aponta que ele pilotou mais de 900 voos domésticos e internacionais sem a licença exigida; a Air Canada disse que Wall possuía uma licença comercial válida, mas foi promovido sem a licença de piloto de transporte de linha aérea (ATPL).
- A Air Canada informou que Wall foi afastado de serviço assim que a irregularidade foi descoberta e que a empresa comunicou voluntariamente a Transport Canada; o piloto não trabalha mais para a companhia.
- A polícia afirmou haver anomalias na checagem documental; a Transport Canada contatou a polícia no início deste ano.
- A Air Canada afirmou que a segurança não foi comprometida e que não houve outros casos de não conformidade em auditoria; Wall foi multado pela Transport Canada por não possuir a licença correta e também teria feito um boletim de ocorrência falso sobre documentos de piloto supostamente extraviados.
Geoffrey Wall, ex-piloto da Air Canada, foi indiciado por operar sem a licença adequada por pelo menos 16 anos. Segundo a polícia regional de Peel, ele atuou como capitão de linha aérea entre 2009 e 2025 sem a licença para pilotar grandes aeronaves comerciais.
Wall, de Barrie, Ontário, é acusado de ter realizado mais de 900 voos, nacionais e internacionais, sem a licença necessária. A Air Canada informou que ele possuía licença comercial válida, mas foi promovido a capitão sem a licença de piloto de transporte aeronáutico.
A empresa explicou que Wall foi afastado das funções assim que a irregularidade foi identificada e que houve comunicação voluntária aos reguladores. Atualmente, o piloto não trabalha mais para a empresa.
Detalhes da investigação
A polícia informou que irregularidades foram detectadas durante uma checagem documental. Transport Canada acionou as autoridades, no início deste ano, e o piloto já recebeu multa pelo órgão regulador por não possuir a licença correta para capitão.
A Air Canada afirmou que a segurança não foi comprometida, citando auditoria interna que não revelou outros casos de descumprimento. A empresa ressaltou que todos os pilotos passam por treinamentos recorrentes a cada seis meses e por avaliações anuais com um inspetor credenciado.
A companhia também reforçou que licenças adequadas são parte essencial do sistema de segurança. O setor não forneceu mais comentários devido a privacidade e a investigação criminal em andamento.
A polícia afirmou ainda que o acusado registrou, de forma falsa, um suposto roubo de documentação de piloto. O caso segue em apuração pelas autoridades competentes.
Entre na conversa da comunidade