- Waymo recebeu permissão para buscar e deixar passageiros no aeroporto internacional de São Francisco, o SFO, mas sem acesso aos terminais; os carros poderão ir apenas até o Rental Car Center, conectado por trenzinho.
- O serviço no SFO funciona com restrições de acesso aos terminais, iniciando pela área do Rental Car Center.
- A empresa afirma não usar motoristas secretos: cerca de 70 agentes de assistência remota existem, metade nos EUA e metade nas Filipinas, e eles não dirigem os carros remotamente.
- Segundo a Waymo, os carros podem receber ajuda humana em situações específicas, mas a intervenção costuma durar apenas alguns segundos.
- O Washington Post publicou que voluntários são recrutados para fechar portas de carros que não se fecham corretamente, recebendo entre US$ 22 e US$ 24 por veículo resgatado.
A Waymo, unidade de carros autônomos do Google, avança em serviços comerciais, mas também passa por questionamentos sobre operação e apoio humano. Nesta semana, a empresa recebeu autorização para operar na área externa do aeroporto internacional de São Francisco, o SFO, expandindo possibilidades de transporte urbano com veículos sem motorista humano a bordo.
O acordo permite que os carros da Waymo busquem e deixem passageiros no SFO, sem acessar os terminais de embarque e desembarque. Inicialmente, o serviço fica restrito ao Rental Car Center, ligado ao aeroporto por meio de um trem interno. A ampliação dependerá de avaliações regulatórias contínuas.
A empresa informou que mantém cerca de 70 agentes de assistência remota, divididos entre os Estados Unidos e as Filipinas. Segundo a Waymo, esses profissionais não dirigem os carros remotamente; a intervenção humana ocorre apenas em situações pontuais e dura, segundo a empresa, alguns segundos.
Em paralelo, o Washington Post traz informações sobre uma prática de apoio à operação. Voluntários são recrutados por meio de apps para fechar portas de carros que ficam com as portas mal fechadas, impedindo o deslocamento. O pagamento é de cerca de US$ 22 a US$ 24 por veículo resgatado.
A reportagem ressalta que a prática visa melhorar a confiabilidade do serviço em áreas urbanas dos EUA, com testes e operações em cidades onde a Waymo atua. A empresa não confirmou nem desmentiu todos os relatos, mantendo o tom de esclarecimento sobre a dinâmica de suporte externo.
A Waymo já havia anunciado avanços em suas operações autônomas, buscando equilíbrio entre automação e supervisão humana. As mudanças no SFO representam uma etapa de validação regulatória e operacional para ampliar a oferta de transporte autônomo em grandes hubs.
As informações sobre autoridades, cronogramas e impactos diretos no usuário permanecem em atualização conforme a Waymo propõe novos pilotos e ampliações. A empresa continua sob escrutínio público e regulatório enquanto avalia demandas de mobilidade e segurança.
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