- O governo de Victoria tornou o transporte público gratuito por um mês, de 31 de março até o fim de abril, para reduzir a demanda por combustível.
- A medida é temporária e não deve se tornar permanente, buscando incentivar a troca do carro pela condução.
- O choque de energia causado pela guerra no Oriente Médio elevou os preços de gasolina e diesel, além de provocar faltas de combustível em algumas regiões.
- Durante o período, todas as catracas Myki ficarão abertas e os passageiros não precisarão tocar para registrar viagem; quem for cobrado indevidamente pode pedir reembolso.
- Passes Myki, incluindo passes anuais, serão pausados automaticamente e retomados após abril; ônibus da V/Line fora da rede Myki demandarão reserva de passagem gratuita para garantir o assento, enquanto trens fora da rede Myki não exigem bilhete.
A Victoria vai oferecer transporte público gratuito por um mês, de 31 de março a fim de abril, para incentivar a viagem sem carro e reduzir a demanda por combustível. A medida é temporária e visa aliviar o impacto do aumento de preços com a crise energética causada pelo conflito no Oriente Médio.
O governo estadual anunciou que todos os trilhos, trams, trens e ônibus da rede metropolitana e regional ficarão sem custo durante o período. O objetivo é facilitar o deslocamento diário diante do aumento de preço de combustíveis e de possíveis faltas em algumas regiões.
Jacinta Allan, primeira-ministra de Victoria, afirmou que a medida é imediata para ajudar as famílias a enfrentar o custo de vida. O governo informou que as tarifas Myki ficarão desativadas temporariamente, com passagens pausadas e reativação prevista após abril.
Detalhes operacionais indicam que todas as portas de entrada Myki estarão abertas e os passageiros que tocar inadvertidamente nas catracas não serão cobrados; em caso de cobrança, há reembolso. Passes Myki, incluindo anuais, ficarão pausados até o retorno em maio.
Para serviços fora da rede Myki, como alguns trechos de V/Line, continuará necessário obter bilhete gratuito para garantir o assento nos ônibus vinculados, enquanto viagens em trens fora da rede Myki não exigirão passagem.
O governo estima que a demanda por transporte público deve aumentar, mas afirma que a capacidade é compatível com o movimento esperado. A medida ocorre em meio a pedidos de outros setores para tarifas nacionais gratuitas durante a crise de energia.
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