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CEOs de companhias aéreas pedem fim do shutdown e pagamento aos agentes TSA

CEOs de grandes companhias aéreas pressionam Congresso a encerrar o shutdown, para evitar mais atrasos nos aeroportos e pagamento pendente a cinquenta mil agentes da TSA

Passengers walk at San Francisco international airport in San Francisco, California, on 23 February.
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  • Os CEOs de grandes companhias aéreas dos EUA pedem ao Congresso que encerre o shutdown de 29 dias e pague os funcionários da TSA, alertando que isso pode atrapalhar ainda mais as viagens.
  • A ausência de agentes da TSA já provocou atrasos em voos em aeroportos importantes, com a temporada de viagem da primavera cada vez mais movimentada.
  • Em carta aberta, as empresas solicitam aprovação de financiamento ao Departamento de Segurança Interna e que, no futuro, haja pagamento contínuo durante paralisações.
  • A paralisação federal, que começou em fevereiro, levou o DHS a ficar sem recursos, e mais de 300 agentes da TSA deixaram seus cargos desde o início.
  • As companhias esperam uma temporada de viagens recorde, com 171 milhões de passageiros, enquanto aeroportos reportam filas de até mais de duas horas em alguns locais.

Os CEOs das principais companhias aéreas dos EUA pediram ao Congresso que encerre o shutdown parcial de 29 dias e pague os agentes da TSA, alertando que a paralisação pode piorar a interrupção de voos. A cobrança foi feita em carta aberta divulgada neste fim de semana.

Segundo o grupo, 50 mil agentes da TSA trabalham sem remuneração, o que já afetou o funcionamento de alguns aeroportos durante a temporada de viagens de férias de primavera. Os executivos ressaltam que filas longas nos pontos de controle geram atrasos e prejuízos operacionais.

Três linhas gerais embasam o apelo: primeiro, é necessário um acordo para financiar o Departamento de Segurança Interna; depois, agir para evitar que o problema se repita. O texto também defende legislação para assegurar pagamento de pessoal crítico em futuros shutdowns.

Além das companhias aéreas, o grupo inclui executivos de transportadoras de carga como FedEx, UPS e Atlas Air. A carta chega em meio a tentativas fracassadas de acordo no Senado para custear a TSA.

Conflitos políticos vêm ocorrendo em meio a críticas sobre reformas de imigração e respostas a incidentes envolvendo agentes federais. O governo enfrenta uma base de apoio dividida frente aos dois lados do plenário.

Os executivos também destacam projeção de recorde de deslocamentos: 171 milhões de passageiros devem viajar na alta temporada de primavera, crescimento de 4% em relação a 2025. Alguns aeroportos já registraram atrasos superiores a duas horas.

Dados de março indicam que aeroportos como Houston Hobby, New Orleans e Newark já enfrentaram filas mais longas devido à ausência de TSA. Em alguns locais, pontos de controle já foram fechados ou operam com restrições.

Os representantes das companhias reiteram que a responsabilidade política recai sobre o Congresso. O objetivo é evitar que a aviação vire tema político durante as decisões de financiamento público. Fontes: The Guardian.

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