- Várias companhias aéreas, incluindo Cathay Pacific, AirAsia e Thai Airways, estão aumentando tarifas à medida que o conflito no Oriente Médio eleva o preço do petróleo e os viajantes buscam rotas sem conexão no Oriente Médio.
- Cathay Pacific disse que não fez hedge da margem de refino e comprometeu apenas 30% dos custos com combustível, indicando que anunciará surcharges de combustível para viagens e cargas em breve.
- A AirAsia anunciou aumento temporário de tarifas e de surcharges de combustível, com possibilidade de reajustes conforme as condições de mercado.
- A Thai Airways prevê alta nas tarifas entre 10% e 15%. A Qantas também elevou preços, e a Air New Zealand informou cancelamentos de milhares de voos entre 16 de março e 3 de maio, afetando cerca de 44 mil passageiros.
- Especialistas apontam que o aumento pode durar meses; rotas de longa distância, com menos opções de empresas, devem sofrer mais; quem planeja viagens nos próximos meses deve considerar reservar rapidamente para evitar altas de até cerca de 30%.
Cathay Pacific, AirAsia e Thai Airways estão entre as companhias que elevaram tarifas, seguindo a tendência já adotada pela Qantas. A alta ocorre conforme o conflito no Oriente Médio eleva preços do petróleo e desloca viajantes para rotas sem parada no Médio Oriente.
A escalada de custos atinge o combustível, com o preço do jet fuel em alta. Cathay informou que quase nenhum custo de refino foi hedged, elevando surcharges para passageiros e carga nos próximos meses.
AirAsia anunciou aumento temporário de tarifas e de encargos de combustível, com ajuste conforme o mercado. Thai Airways estima alta entre 10% e 15% nas tarifas aéreas.
Impactos de curto prazo no mercado e previsões
Voos com origem na Australía para Europa e para a América do Norte, normalmente via Médio Oriente, registraram subidas acentuadas, segundo analistas. Rotas longas devem sentir mais o impacto.
Qantas e Air New Zealand já haviam aumentado preços; a NZ também confirmou cancelamentos de milhares de voos entre 16 de março e 3 de maio, afetando cerca de 44 mil passageiros.
Demandas de última hora permanecem pressionadas, com quedas de disponibilidade em algumas rotas e preços mais altos para compras futuras. Especialistas indicam que, mesmo com o fim do conflito, demora para reduzir tarifas.
Analistas explicam que rotas com menos opções tendem a sofrer maior elevação de preços, principalmente ligações entre Austrália, Europa e América. O efeito sobre tarifas pode durar meses.
Para quem comprou passagens a partir de hoje até julho, a tendência é de tarifas mais elevadas. Profissionais recomendam reserva imediata para reduzir surpresas, conforme o cenário geopolítico se desenrola.
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