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10% dos navios porta-contêineres globais presos no Golfo de Ormuz, diz ONE

Cerca de 10% da frota mundial de contêineres fica retida no Golfo de Omã, disse o diretor-executivo da Ocean Network Express (ONE), destacando impacto na cadeia global

Oil tankers pass through the Strait of Hormuz, December 21, 2018. REUTERS/Hamad I Mohammed
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  • Cerca de 10% da frota global de contêineres está envolvida no congestionamento no estreito de Hormuz, afirma o CEO da Ocean Network Express, Jeremy Nixon.
  • Aproximadamente 100 dos 750 navios da frota mundial ficaram retidos na região.
  • A situação é narrada após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, conforme citou Nixon.
  • As declarações foram feitas durante uma conferência do setor de transporte de contêineres em Long Beach, Califórnia.
  • O peso do atraso recai sobre o fluxo global de contêineres, segundo o executivo.

O atraso no tráfego de carga marítima incluiu aproximadamente 100 navios porta-contêineres entre os 750 que ficaram parados na região do Estreito de Hormuz. A informação foi divulgada por Jeremy Nixon, CEO da Ocean Network Express (ONE), durante um congresso de transporte de contêineres em Long Beach.

Segundo Nixon, cerca de 10% da frota global de navios porta-contêineres está impedida de seguir viagem devido ao contencioso entre EUA, Israel e Irã que elevou as tensões na região. O estuário de Hormuz é uma rota crítica para o comércio mundial.

Long Beach, Califórnia, 2 de março. A declaração ocorreu na conferência de indústria naval, quando Nixon explicou os impactos operacionais para as empresas de transporte de contêineres e cadeias logísticas globais.

Detalhes sobre o atraso

As autoridades não forneceram números oficiais adicionais naquele momento, mas a posição de Nixon indica um efeito significativo nas operações de envio. A ONE informou que permanece monitorando o cenário e avaliando rotas alternativas para seus clientes.

O incidente envolve o contexto geopolítico regional e o impacto em prazos de entrega. Ainda não há confirmação de mudanças estruturais de rotas por parte da ONE, que atua em várias regiões do mundo.

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