- Mais de 3.400 voos foram cancelados nos sete principais aeroportos da região, com mais de 19.000 voos adicionais atrasados, devido à escalada bélica e fechamento de espaços aéreos.
- Dubai mantém seus dois aeroportos fechados até novo aviso; Doha, Abu Dabi e Tel Aviv apresentam restrições e interrupções significativas de operações.
- A previsão de risco aumentou conforme a União Europeia para Segurança Aérea (EASA) recomenda evitar voos sobre Bahrain, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
- Companhias aéreas internacionais anunciaram suspensões e prorrogações de voos para a região, incluindo Lufthansa até 8 de março, Air France até 3 de março e British Airways até 3 de março, entre outras.
- O fluxo de passageiros segue afetado, com quedas de serviços e milhares de pessoas pegando voos cancelados ou presos em aeroportos, como ocorrências em Dubai, Abu Dabi e outras bases da região.
Mais de 3.000 voos foram cancelados e dezenas de milhares sofreram atrasos na região do Oriente Médio devido à escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã. As ações incluem o fechamento de espaços aéreos e suspensão de operações por várias companhias.
O impacto imediato atingiu os principais aeroportos da região, com Dubai recebendo fechamentos temporários e Doha, Abu Dabi e Tel Aviv registrando restrições que levaram a centenas de cancelamentos diários. A imprensa aponta que Irã, Iraque e Kuwait aparecem com menor tráfego aéreo.
Desdobramentos e efeitos no tráfego
A plataforma Flightradar24 indica mais de 3.400 voos cancelados nos sete maiores aeroportos da região, enquanto FlightAware aponta mais de 19.000 voos com atraso desde o início de sábado. A UEA manteve alerta elevado para ataques com mísseis balísticos.
Drones e mísseis balísticos teriam atingido alvos militares na região, com ataques registrados em Dubai, Abu Dabi e Kuwait. Pelo menos uma pessoa morreu e várias ficaram feridas em diferentes ataques, segundo autoridades locais.
Medidas de companhias aéreas
A Lufthansa ampliou suspensões para Tel Aviv, Beirute, Amã, Erbil, Dammam e Teerã até 8 de março, com voos para Dubai e Abu Dabi cancelados até terça-feira. Air France cancelou operações para Tel Aviv, Beirute, Dubai e Riad até 3 de março.
Air Europa cancelou voos para Tel Aviv programados para este fim de semana; KLM suspendeu voos para Dubai, Dammam e Riad. British Airways deixou de operar para Tel Aviv e Barém até 3 de março.
Emirates interrompeu todos os voos para Dubai até as 15h locais de segunda-feira. IndiGo estendeu suspensões de voos que utilizam o espaço aéreo da região até segunda. ITA Airways cancelou voos para Tel Aviv e evitará espaço aéreo de Israel, Líbano, Jordânia, Iraque e Irã até 7 de março.
Impacto em passageiros e operações locais
Quase todos os aeroportos da região registraram impacto, com passageiros isolados em Abu Dabi, Dubai e Doha. Em Dubai, houve feridos em ataques com mísseis; em Abu Dabi, houve abertura de um ferido e mortos em ataque com drones. A demanda por informações permaneceu alta.
A lista de cancelamentos também afetou operadoras como Qatar Airways, que mantém voos suspensos temporariamente devido ao fechamento do espaço aéreo do Qatar, e Wizz Air, que interrompe operações para Israel, Dubai, Abu Dabi e Amã até 7 de março. Norwegian Air Shuttle suspendeu voos para Dubai até quarta-feira.
Alguns passageiros permanecem retidos no exterior, como equipes esportivas e grupos de viajantes que se organizaram entre si nos aeroportos de Dubai. A Avea informou que, nos dias de sábado e domingo, ocorreram 55 cancelamentos de voos para a região.
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