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Companhias aéreas suspendem voos para o Oriente Médio

Voos para Israel sofrem quarenta por cento de cancelamentos; espaço aéreo da região permanece fechado, elevando atrasos e custos operacionais

28/02/2026 - Cenas do aeroporto de Dubai enquanto companhias aéreas globais cancelam voos pelo Oriente Médio. Foto: Frame/Reuters- Proibido reprodução
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  • Companhias aéreas globais suspenderam voos para o Oriente Médio, com quase quarenta por cento dos voos para Israel cancelados e seis vírgula sete por cento para a região, segundo dados preliminares da Cirium.
  • O espaço aéreo sobre Irã, Iraque, Kuwait, Israel e Bahrein ficou praticamente vazio, após os ataques dos EUA e de Israel e a resposta do Irã.
  • Várias empresas anunciaram cancelamentos, entre elas British Airways, Lufthansa, Air France, Iberia e Wizz Air; a BA cancelou voos para Tel Aviv e Bahrein até três de março e voos para Amã neste sábado.
  • Autoridades recomendam evitar o espaço aéreo afetado; a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (Easa) orientou cautela, e mapas do Flightradar24 mostram aeronaves desviando das áreas.
  • Especialistas indicam que o fechamento pode durar, elevando tempos de voo, consumo de combustível e custos operacionais em uma região já sensível a conflitos.

Quase 40% dos voos para Israel foram cancelados neste sábado (28), após ataques entre EUA, Israel e Irã ampliarem o conflito na região. Companhias aéreas globais suspenderam voos no Oriente Médio, levando ao esvaziamento de parte do espaço aéreo.

Mapas de voo indicaram espaço aéreo vazio sobre Irã, Iraque, Kuwait, Israel e Bahrein. Israel afirma ter atacado o Irã; EUA indicaram ofensivas contra alvos no Irã. O Irã, por sua vez, lançou mísseis em retaliação.

Passageiros relataram explosões no Golfo, incluindo Doha, Abu Dhabi e Dubai. A escalada reduz a esperança de solução diplomática para a disputa nuclear de Teerã e agrava tensões regionais.

Repercussões e operações

Dados preliminares da Cirium apontam queda de 6,7% nos voos para a região como um todo neste sábado. O recuo vem de cancelamentos generalizados e restrições de espaço aéreo.

A British Airways informou cancelamentos até 3 de março, incluindo voos para Tel Aviv, Bahrein e Amã. A Lufthansa interrompeu voos para Dubai neste fim de semana e rotas para Tel Aviv, Beirute e Omã até 7 de março.

Outras empresas suspendem rotas: Air France para Tel Aviv e Beirute; Iberia para Tel Aviv; Wizz Air para Israel, Dubai, Abu Dhabi e Amã. O Ministério dos Transportes da Rússia também comunicou suspensão de voos para Irã e Israel.

A Easa recomenda às companhias da UE evitar o espaço aéreo afetado. Ao todo, zonas de conflito elevam custos e riscos operacionais para as empresas, com possíveis atrasos e reabastecimentos adicionais.

Impacto no tráfego

A região, tradicionalmente movimentada, vê maior incerteza para conexões entre Europa e Ásia. Aeródromos do Oriente Médio, entre os mais ativos do mundo, ficam mais dependentes de redes alternativas.

Especialistas ressaltam que a decisão de evitar o espaço aéreo aumenta tempos de voo e consumo de combustível. A situação pode permanecer estável enquanto persistir o conflito.

As autoridades regionais sinalizam que o espaço aéreo continua vulnerável a mudanças rápidas. Editorias seguem monitorando novas consequências para viagens e operações aéreas.

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