- As companhias aéreas cancelaram voos pelo Oriente Médio após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, elevando o conflito na região.
- O espaço aéreo sobre o Irã e o Iraque ficou vazio na manhã de sábado, segundo o serviço de acompanhamento de voos Flightradar24.
- Air France KLM cancelou voos para Tel Aviv e Beirute; a suspensão do serviço Amsterdam–Tel Aviv foi adiantada para este sábado.
- Lufthansa suspendeu voos para Tel Aviv, Beirute e Omã até o dia 7 de março, e não operará nem permitirá tráfego nos espaços aéreos de Israel, Líbano, Jordânia, Iraque e Irã até lá; voos para Dubai também foram afetados.
- Virgin Atlantic planeja evitar o espaço aéreo iraquiano, com readequações de rotas; Wizz Air interrompeu voos de/para Israel, Dubai, Abu Dhabi e Amã até 7 de março.
Global airlines cancel flights across the Middle East após ataques dos EUA e de Israel a alvos no Irã, anunciando suspensões e desvios de rotas. A medida ocorre em meio a um novo episódio de escalada regional que afetou o espaço aéreo da região.
As companhias aéreas detalharam impactos distintos. Air France KLM cancelou voos de e para Tel Aviv e Beirute; a suspensão Amsterdam–Tel Aviv foi adiantada para sábado. Apenas um voo para Tel Aviv estava programado para o dia.
Japan Airlines confirmou o cancelamento de um trecho Tokyo Haneda–Doha e de outro trecho de retorno em 1º de março, segundo a imprensa japonesa. A medida afeta rotas com ligação ao Golfo e ao Oriente Médio.
Mudanças e extensão das suspensões
Lufthansa interrompeu voos para Tel Aviv, Beirute e Omã até 7 de março, além de suspender operações para Dubai neste fim de semana. A empresa informou ainda que não reativará espaço aéreo israelense, libanês, jordaniano, iraquiano e iraniano antes de 7 de março.
Virgin Atlantic disse evitar temporariamente o espaço aéreo iraquiano, o que gerou desdobramentos nos roteiros para algumas rotas planejadas, incluindo o serviço VS400 entre Londres e Dubai, neste sábado.
Wizz Air interrompe voos para Israel, Dubai, Abu Dhabi e Amã com efeito imediato até 7 de março. A companhia informou que decisões operacionais serão revisadas conforme o cenário evolua.
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