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Royal Mail aponta mau tempo e doença como causa de entregas atrasadas

Royal Mail atribui atrasos a mau tempo e ausências por doença; cartas ficam sem entrega devido à priorização de encomendas e falhas diárias de rota

Royal Mail delivered 424m parcels, up 8%, but the number of addressed letters dropped 9% to 1.5bn in the final quarter of last year.
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  • A Royal Mail responsabiliza clima ruim ( tempestades Goretti, Ingrid e Chandra em janeiro ) e faltas por doença de funcionários por atrasos na entrega, com rotas perdidas diariamente e cartas deixadas por semanas.
  • A empresa afirma que há “disrupção de curto prazo” em certas rotas e que trabalha para resolver rapidamente com apoio extra e revisão diária de desempenho.
  • Trabalhadores dizem que entregas de encomendas têm prioridade sobre as cartas, algo que a Royal Mail já negou, afirmando que grandes volumes de encomendas acumulam rapidamente e apresentam risco à saúde nos centros.
  • O contexto envolve quase um ano desde a aquisição da IDS, controladora da Royal Mail, pelo bilionário tcheco Daniel Kr Electric? (corrigir: Daniel Křetínský). A CWU diz estar frustrada com o novo dono e chamou a empresa de “crise”.
  • A queixa de usuários segue após a Citizens Advice apontar que cerca de 16 milhões de pessoas não receberam cartas e cartões no período de Natal; a IDS destacou, porém, que “99% dos itens” foram entregues no último trimestre do ano anterior, com crescimento de encomendas.

O Royal Mail responsabilizou o mau tempo e o excesso de ausências por doença por atrasos na entrega de correspondências. Segundo a BBC, mais de uma dúzia de trabalhadores de várias unidades relataram falhas nas rotas diárias e cartas deixadas sem entrega por semanas.

O serviço enfrenta pressão constante, com rondas perdidas diariamente e cartas não entregues por longos períodos, conforme relatos coletados. A empresa afirmou que houve “disrupção de curto prazo em determinadas rotas” causada pelo clima adverso e por ausências médicas acima da média.

Atrasos incluem tempestades Goretti, Ingrid e Chandra, ocorridas em janeiro, e um quadro de absenteísmo elevado. A instituição disse que, quando uma rota é afetada, busca rapidez na resolução com apoio adicional e monitoramento diário de desempenho.

Royal Mail afirmou manter o objetivo de entregar cartas e encomendas no prazo, ressaltando que os pacotes representam parte proporcional maior das entregas e ocupam espaço nos depósitos e frotas. Os relatos de priorização de pacotes sobre cartas foram questionados pela empresa, que nega essa prática.

Empregados denunciam que o volume de encomendas se acumula rapidamente, criando risco à saúde nos depósitos. A empresa afirmou já ter adotado medidas para evitar acúmulo e manter a segurança, sem detalhar ações específicas a cada unidade.

O contexto envolve a aquisição da IDS, controladora do Royal Mail, pelo bilionário tcheco Daniel Křetínský, concluída há quase um ano. A CWU sinalizou apoio à negociação durante o fechamento do acordo, mas tem demonstrado insatisfação com o novo proprietário desde então.

Craig Anderson, líder sindical regional da CWU, afirmou à BBC que o Royal Mail opera “uma empresa em crise” e reforçou dúvidas sobre melhorias no serviço no curto prazo, indicando que o cenário não tem se mostrado melhor desde o Natal.

A insatisfação cresce também entre consumidores. O órgão de defesa do consumidor, Citizens Advice, apontou falhas na entrega de cartas e cartões para cerca de 16 milhões de pessoas no período natalino. Ainda assim, a IDS informou aos investidores que 99% dos itens foram entregues no prazo no último trimestre do ano anterior.

Segundo a IDS, foram entregues 424 milhões de encomendas, com alta de 8% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto o número de cartas endereçadas caiu 9%, totalizando 1,5 bilhão de unidades, mesmo com o aumento de envios de cartões de Natal.

Em julho, a Ofcom autorizou a conclusão de serviços de segunda classe aos sábados e redução do serviço para dias úteis alternados, o que inclui mudanças no custo de selos. Em outubro, a Ofcom multou o Royal Mail em 21 milhões pela falha em metas anuais de entrega, terceira maior sanção aplicada pelo regulador.

A CWU foi procurada para comentar a respeito das situações descritas.

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