- O aeroporto internacional de El Paso, no Texas, reabriu após a FAA levantar a proibição de tráfego aéreo, imposta de forma abrupta na noite anterior por preocupações com um sistema anti-drones testado pelo Exército.
- A suspensão fez com que passageiros ficassem retidos e voos de Southwest, United e American fossem afetados; a interrupção durou cerca de sete horas e meia.
- O Exército concordou em realizar mais testes de segurança antes de usar o sistema, instalado em Fort Bliss, ao lado do aeroporto.
- O fechamento pegou autoridades de interesse federal de surpresa e também causou surpresa na Casa Branca; oficiais locais afirmaram não ter sido avisados pela FAA.
- O secretário de Transportes dos Estados Unidos disse que a medida foi motivada por uma incursão de drones de um cartel mexicano, embora incidentes desse tipo normalmente impliquem apenas uma pausa breve no tráfego.
O tráfego aéreo no El Paso International Airport, no Texas, foi retomado nesta quarta-feira após ficar fechado durante a noite. A Administração Federal de Aviação (FAA) suspendeu as operações de modo abrupto por preocupações com um sistema anti-drone à base de laser testado pelo Exército dos EUA, instalado em Fort Bliss. A medida afetou voos de várias companhias e deixou passageiros e equipes de resgate sem poder sair ou entrar na cidade.
Fontes oficiais falaram em condição de anonimato para explicar que a decisão foi tomada pela FAA devido a riscos potenciais ao tráfego aéreo. O sistema está sendo avaliado antes de uso completo, com mais testes de segurança acordados pelo Exército. A área do aeroporto de El Paso fica ao lado da instalação de Fort Bliss.
Autoridades reconhecem que houve surpresa na White House e entre agências de aplicação da lei. O secretário de Transporte, responsável pela FAA, indicou que a decisão teve relação com uma incursão de drones associada a cartéis no México, mas a explicação oficial não foi detalhada. O fechamento também gerou atrasos e bloqueios de aeronaves das companhias Southwest, United e American.
Operadores de companhias aéreas relataram impacto mínimo nos voos diários previstos pela manhã. O episódio ocorreu em meio a tensões regionais, com autoridades locais reforçando a necessidade de comunicação mais clara entre órgãos federais e locais em situações excepcionais.
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