- O Brasil alcançou a oitava posição no Índice de Governo Digital da OCDE, com nota média de 0,70, após ter obtido 0,79 na avaliação anterior.
- Mesmo assim, o país fica acima de 32% dos 41 países avaliados, superando outras nações como Canadá e Reino Unido.
- O ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, disse que o resultado demonstra avanços na agenda de transparência e Governo Aberto.
- No ranking, os pilares mostram: Disponibilidade de Dados em 0,78, Acessibilidade dos Dados em 0,74 e Suporte ao Reúso em 0,57, todos acima da média da OCDE (0,40) em seus respectivos itens.
- Em 2025, o Portal Brasileiro de Dados Abertos tinha mais de 15 mil conjuntos de dados acessíveis para mais de 100 mil usuários; o governo planeja usar tecnologia quântica para ampliar a segurança digital, com alterações nos certificados digitais da ICP-Brasil previstas para o primeiro semestre de 2026, e o Brasil atua como copresidente da Open Government Partnership junto a 72 países.
O Brasil alcançou a oitava posição no Índice de Governo Digital da OCDE, ampliando o objetivo de modernização de políticas públicas digitais. O avanço ocorre na edição mais recente do ranking, apresentada após o país ter entrado no top 10 há cerca de um mês. A pontuação atual é 0,70, superando a marca anterior de 0,79 em outra métrica do estudo.
A avaliação cita que o Brasil está à frente de 32% dos 41 países analisados e supera, entre outros, Canadá e Reino Unido. O índice mede a eficácia de políticas de informação pública, avaliando disponibilidade, acessibilidade e suporte ao REÚso de dados. O governo aponta ganhos na transparência e no aperfeiçoamento de políticas públicas como principais impactos.
Segundo a Secretaria de Comunicação Social, o Brasil registrou 0,78 no item Disponibilidade de Dados, 0,74 em Acessibilidade e 0,57 no pilar Suporte ao Reúso, índice acima da média da OCDE, que é 0,40 no critério.
Investimento e inovação na gestão digital
O governo pretende ampliar a agilidade de serviços virtuais por meio da tecnologia quântica, visando maior segurança dos serviços digitais. O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) deve implementar novos algoritmos criptográficos na ICP-Brasil. A incerteza normativa fica para o primeiro semestre de 2026, quando as mudanças nos certificados digitais devem ocorrer.
Dados abertos e cooperação internacional
O Portal Brasileiro de Dados Abertos contava, em 2025, com mais de 15 mil conjuntos de dados acessíveis a mais de 100 mil usuários. Em âmbito internacional, o Brasil atua como copresidente da Open Government Partnership, com participação de 72 países para promover transparência na gestão pública na era digital.
Entre na conversa da comunidade