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Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta impactos caso projeto avance

Presidente da Fiesp diz que redução de quarenta e quatro para trinta e seis horas e fim da escala 6x1 pode ter impactos variados, exigindo avaliação econômica e negociação livre

Supermercados — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
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  • O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou em entrevista ao Conexão GloboNews que a avaliação da proposta de redução da jornada deve considerar as diferenças entre setores.
  • A possibilidade de reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6×1 é tema em análise no Congresso.
  • Um estudo divulgado na terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para efeitos negativos da medida.
  • Skaf destacou que realidades variam entre saúde, transporte, indústria e comércio, e que alguns setores precisam do modelo 6×1.
  • Ele defende a livre negociação entre trabalhadores e empregadores e critica interferência governamental, ressaltando impactos a economia, emprego e informalidade.

A crise econômica gerada pela proposta de reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas e restringir a escala 6×1 volta a ganhar contornos no debate nacional. Um estudo divulgado nesta terça (10) pela Fiep, em parceria com a Tendências Consultoria, aponta potenciais impactos negativos no mercado de trabalho e na economia.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, esteve no programa Conexão GloboNews para comentar o tema. Ele ressaltou que as realidades variam muito entre setores e que modelos 6×1 podem atender a atividades específicas, como saúde, transporte, indústria e comércio.

O dirigente afirmou ainda que é preciso avaliar efeitos sobre emprego, informalidade e produção. Segundo Skaf, a medida pode ter consequências distintas conforme o setor, exigindo análise cuidadosa antes de qualquer decisão.

Ponto de vista e implicações

Skaf defende a livre negociação entre trabalhadores e empregadores. Ele argumenta que interferência governamental nesse tema é um erro e pode comprometer a competitividade e o dinamismo da economia.

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