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Governo e Motta não fecham acordo sobre mínimo para trabalhadores de apps

Governo defende piso mínimo de cerca de R$ 10 por corrida ou entrega; Câmara e Motta não chegam a acordo, prazo de votação em abril permanece

A ministra Gleisi Hoffmann, os ministros Guilherme Boulos e Luiz Marinho, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e o deputado Augusto Coutinho na Residência Oficial da Presidência da Câmara. Foto: Douglas Gomes/Câmara dos Deputados
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  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, esteve reunido com ministros do governo Lula e com o relator Augusto Coutinho para avançar na regulamentação do trabalho por aplicativos, mas não houve acordo sobre o piso mínimo.
  • A divergência principal é o valor mínimo por corrida ou entrega: o relatório propõe 8,50 reais, enquanto o governo defende cerca de 10 reais.
  • Participaram da reunião na Residência Oficial da Câmara os ministros Guilherme Boulos, Luiz Marinho e Gleisi Hoffmann, além de Coutinho.
  • A proposta tramita em comissão especial e prevê regras de remuneração mínima e condições de trabalho para motoristas e entregadores de plataformas digitais.
  • Motta afirmou que pretende acelerar a tramitação, com a ideia de votação no plenário até o fim de abril, antes do 1º de maio.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, reuniu-se nesta terça-feira com ministros do governo Lula e com o relator do projeto que regula o trabalho por aplicativos, na Residência Oficial da Câmara. O objetivo foi avançar nas negociações sobre o piso mínimo por corrida ou entrega realizados pelas plataformas, mas não houve acordo.

Participaram da reunião o relator Augusto Coutinho e os ministros Guilherme Boulos, Luiz Marinho e Gleisi Hoffmann. O encontro visava alinhar posições entre o Palácio do Planalto, parlamentares e representantes das plataformas, mas o impasse persiste.

O principal ponto de divergência é o piso salarial. O relatório propõe 8,50 reais por corrida ou entrega, enquanto o governo defende um piso mais alto, próximo a 10 reais. A negociação segue sem consenso.

A proposta tramita em uma comissão especial e trata de regras para motoristas e entregadores, incluindo remuneração mínima e condições de trabalho nas plataformas digitais. O tema permanece em negociação.

Motta afirmou que pretende acelerar a tramitação e que as negociações devem avançar ao longo de março para votação no plenário até o fim de abril, antes do Dia Internacional do Trabalhador.

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