- Os marítimos têm o direito de se recusar a navegar em navios que passem pela região do Golfo Médio, incluindo o estreito de Hormuz, segundo o sindicato principal e grupos da indústria naval.
- Cerca de trêscentos navios estão ancorados de ambos os lados do estreito, em meio ao aumento do nível de ameaça na região.
- O acordo negociado entre sindicatos e empresas, chamado Fórum Internacional de Barganha (IBF), prevê que os marítimos possam recusar a navegar para a área, com repatriação custeada pela empresa e pagamento de dois salários básicos.
- Além disso, haverá remuneração mais alta e, em caso de morte ou invalidez, o valor da indenização será dobrado, conforme a Federação Internacional dos Trabalhadores do Transporte (ITF).
- A ITF afirma que a designação destaca proteções críticas para os trabalhadores em áreas perigosas, em meio a ataques e danos a embarcações desde 28 de fevereiro.
Seafarers têm o direito de recusar navegar por áreas no Golfo do Oriente Médio, incluindo o Estreito de Hormuz, após o aumento do nível de ameaça ao mais alto, segundo o principal sindicato e grupos da indústria naval. A decisão envolve trabalhadores marítimos cobertos pelos acordos do International Bargaining Forum (IBF).
Cerca de 300 navios estão ancorados em ambos os lados do Estreito. Desde 28 de fevereiro, nove navios foram danificados e ao menos um marujo foi morto em ataques ligados ao conflito entre EUA e Irã.
Como parte dos acordos negociados nesta quinta-feira entre marinheiros e empresas, os trabalhadores podem se recusar a entrar na área sob o IBF. O repatriamento fica por conta da empresa, com compensaçao equivalente a dois meses de salário base.
A Federação Internacional dos Trabalhadores do Transporte (ITF) afirma que os marítimos receberão remuneração mais alta e que a indenização em caso de morte ou invalidez será dobrada. A ITF destaca que a proteção é essencial diante do risco na região.
Medidas e impactos para os tripulantes
Aprovadas para embarcações cobertas por acordos do IBF, as regras visam evitar expedições em áreas consideradas de alto risco. Representantes sindicais ressaltam que a prioridade é a segurança dos trabalhadores sem comprometer operações vitais de transporte de petróleo e mercadorias.
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