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Harrods enfrenta ação por cobrança de £1 que não vai para funcionários

Harrods enfrenta ação trabalhista sobre cobrança de £1 por cabeça não destinada aos funcionários, em caso que pode mudar práticas de restaurantes de luxo

Harrods said its compulsory £1-a-head cover charge was in line with ‘other high-demand luxury dining destinations’. Photograph: Directphoto Collection/Alamy
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  • Harrods enfrenta ação legal sobre um adicional de £1 por cliente que não é repassado aos funcionários, em um caso-teste que pode impactar outros restaurantes.
  • A ação, movida por 29 trabalhadores dos restaurantes de Harrods e apoiada pela união United Voices of the World (UVW), será julgada em setembro.
  • A nova legislação, em vigor desde outubro de 2024, exige que todas as gorjetas e taxas de serviço sejam distribuídas aos funcionários; Harrods aplica cobrança obrigatória de bandeja, além de uma taxa de serviço opcional, e entrega apenas a taxa aos trabalhadores.
  • Os trabalhadores argumentam que a cobrança de cobertura funciona como taxa de serviço na prática e, portanto, deveria ser distribuída aos empregados. Harrods nega essa leitura.
  • A loja afirma que administra a cobrança obrigatória de forma separada da cobrança de serviço de 12,5 por cento, que é repassada aos funcionários desde janeiro de dois mil e vinte e dois.

Harrods terá ação trabalhista sobre uma cobrança de £1 por pessoa que não vai para os funcionários. O caso envolve 29 trabalhadores dos restaurantes da loja, com apoio do sindicato UVW. A audiência acontece em setembro, no Reino Unido, e pode influenciar outros restaurantes de luxo.

A disputa questiona se a cobrança de £1 funciona como gorjeta de serviço na prática. A legislação de outubro de 2024 determina que todas as gorjetas e taxas de serviço sejam distribuídas aos trabalhadores.

Harrods emprega mais de 330 pessoas na área de restaurantes. A cobrança obrigatória é separada da gorjeta de 12,5% que já é repassada aos empregados. A empresa alega que o valor é diferente do serviço e usa-o para custos da casa.

Quem está envolvido

Os trabalhadores de Harrods formam o núcleo do processo, orientados pela UVW. O sindicato afirma que a cobrança deveria ser distribuída aos colaboradores. Harrods contesta, dizendo que a cobrança funciona de forma distinta.

A UVW sustenta que a cobrança funciona como serviço e, portanto, deveria chegar aos trabalhadores. Os advogados da empresa afirmam que o repasse já ocorre via a gorjeta de 12,5% e que a política é transparente.

Detalhes do processo

O caso é visto como teste para determinar o que caracteriza uma gorjeta na prática. A legislação de 2023 estabelece que gorjetas, gratificações e taxas de serviço devem beneficiar os trabalhadores.

Harrods afirma que aplica a cobrança de acordo com políticas internas, com diálogo contínuo com os funcionários. A empresa diz que a cobrança é separada da gorjeta e tem finalidade distinta.

Contexto no setor

Além de Harrods, restaurantes como Ivy, Delaunay e Wolseley costumam adotar cobrança similar. Trabalhadores alegam que a prática dificulta a clareza sobre a distribuição de recursos.

A administração ressalta que a gorjeta de 12,5% é repassada aos empregados desde janeiro de 2022, antes da lei atual. A posição é de que o conjunto de pagamentos continua alinhado com padrões de luxo.

Perspectivas futuras

O resultado do tribunal pode abrir precedentes para outros estabelecimentos. A decisão pode esclarecer como as cobranças obrigatórias devem ser tratadas na prática, sob a lei atual.

Harrods enfatiza que mantém diálogo direto com colegas sobre remuneração e benefícios. A empresa diz que busca manter condições de trabalho alinhadas com seus valores.

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