- Em 2025, cerca de 16,5 milhões de trabalhadores estavam cobertos por contratos sindicais, o maior nível desde 2009.
- O número de membros sindicais chegou a 14,7 milhões em 2025, contra 14,2 milhões em 2024.
- A participação geral de trabalhadores cobertos por contratos sindicais subiu para 11,2% em 2025, ante 11,1% em 2024.
- A elevação ocorreu mesmo com a administração Trump buscando cancelar acordos coletivos para cerca de 1 milhão de trabalhadores federais.
- Especialistas apontam que o salto de 2025 é o maior em 16 anos, destacando avanços em meio a ataques ao movimento sindical no setor público.
O total de trabalhadores cobertos por contratos sindicais atingiu 16,5 milhões em 2025, um recorde em 16 anos, segundo dados do Bureau of Labor Statistics. O número de membros sindicais subiu para 14,7 milhões, em comparação com 14,2 milhões em 2024, impulsionando a taxa de sindicalização de 11,1% para 11,2% da força de trabalho.
O aumento ocorre mesmo com ações da administração federal para reduzir acordos de negociação coletiva para dezenas de milhares de trabalhadores públicos. Estima-se que o governo pretenda cancelar acordos de cerca de 1 milhão de servidores federais, o que pode frear ganhos observados no ano passado.
Contexto e reações
A participação de sindicatos entre trabalhadores dos EUA cresceu mesmo diante de ataques a contratos públicos, ainda que o efeito total dessas medidas ainda esteja sendo avaliado. A aprovação pública aos sindicatos tem se mantido em patamares elevados, entre 67% e 71%, segundo pesquisas de opinião.
Especialistas destacam que o avanço de 2025 representa o maior contingente sindical organizado no país nos últimos 16 anos. O fortalecimento ocorre em um momento de mudanças na estrutura de negociação e de opiniões amplas sobre o papel dos sindicatos na economia.
Entre na conversa da comunidade