- Estudo aponta que o home office elevou a qualidade de vida de 68% dos profissionais em 2025.
- O levantamento evidencia avanço do trabalho remoto na saúde dos trabalhadores.
- Contudo, o estudo também aponta falhas no apoio corporativo à saúde mental.
- A pesquisa ressalta a necessidade de políticas mais robustas de suporte emocional no ambiente de trabalho.
Um estudo divulgado aponta que o home office elevou a qualidade de vida de 68% dos profissionais em 2025. A pesquisa analisou trabalhadores vinculados a organizações que adotaram atividades remotas, mostrando ganhos no bem-estar geral e no equilíbrio entre vida profissional e pessoal. O levantamento também observou impactos positivos da flexibilidade de horários.
Apesar dos avanços, a pesquisa evidencia falhas no apoio corporativo à saúde mental. Embora a modalidade de trabalho remoto tenha trazido benefícios percebidos, as iniciativas de suporte psicológico ainda são consideradas insuficientes por parte de muitos trabalhadores.
Não há detalhes suficientes sobre o escopo regional ou a metodologia para confirmar a representatividade dos dados. A divulgação não especifica onde a amostra foi conduzida, nem o tamanho total dos participantes.
Desafios no Apoio à Saúde Mental
Entre os pontos identificados, a maior parte dos respondentes informou que as empresas precisam oferecer programas estruturados de saúde mental. A ausência de acompanhamento institucional persiste como entrave para o pleno aproveitamento dos ganhos da modalidade.
O estudo destaca ainda a necessidade de ações contínuas, com recursos dedicados e políticas de bem-estar integradas ao ambiente de trabalho remoto. Medidas como acompanhamento psicológico, treinamentos e canais de comunicação interna são citadas como essenciais para sustentar os resultados observados.
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