- Em 2025, a maioria dos resgates de trabalhadores em condições de escravidão ocorreu em áreas urbanas, totalizando mais de 2.700 pessoas libertadas pelo MTE.
- Regiões metropolitanas e grandes centros urbanos registraram aumento de casos, principalmente ligados à construção civil, ao comércio e aos serviços.
- A fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego tem intensificado as ações de combate, visando condições degradantes, jornadas exaustivas e remuneração abaixo do mínimo.
- Especialistas apontam urbanização acelerada e informalidade como fatores, além da vulnerabilidade de migrantes e de baixa renda.
- O MTE e o governo destacam a importância de denúncias e da fiscalização contínua para coibir a prática e melhorar as condições de trabalho.
O trabalho análogo à escravidão ganhou espaço nos centros urbanos do Brasil em 2025, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mais de 2.700 pessoas foram resgatadas em áreas urbanas, destacando o desafio nas cidades.
Conforme o levantamento, regiões metropolitanas e grandes centros apresentaram incremento de casos de trabalho forçado, com atividades ligadas à construção civil, comércio e serviços. As fiscalizações do MTE vêm reforçando ações de combate.
Calcula-se que a urbanização acelerada e a informalidade contribuam para a exploração. Trabalhadores migrantes e de baixa renda ficam mais vulneráveis, segundo especialistas ouvidos pelo setor público.
Desdobramentos e encaminhamentos
O MTE reforça a importância de denúncias e de fiscalização contínua para coibir essas práticas. Canais oficiais devem ser usados para reportar suspeitas, contribuindo para a redução do trabalho escravo.
A pauta é prioridade do governo, que busca assegurar condições dignas de trabalho e ampliar a atuação de órgãos públicos e parcerias com a sociedade para coibir a exploração.
Entre na conversa da comunidade