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Trabalho análogo à escravidão cresce nos centros urbanos do país

Em dois mil e vinte e cinco, a maior parte dos resgates de trabalhadores em condições análogas à escravidão ocorreu em áreas urbanas, totalizando mais de 2.700 pessoas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Plantação de açaí em sistema de agrofloresta #46_2
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  • Em 2025, a maioria dos resgates de trabalhadores em condições de escravidão ocorreu em áreas urbanas, totalizando mais de 2.700 pessoas libertadas pelo MTE.
  • Regiões metropolitanas e grandes centros urbanos registraram aumento de casos, principalmente ligados à construção civil, ao comércio e aos serviços.
  • A fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego tem intensificado as ações de combate, visando condições degradantes, jornadas exaustivas e remuneração abaixo do mínimo.
  • Especialistas apontam urbanização acelerada e informalidade como fatores, além da vulnerabilidade de migrantes e de baixa renda.
  • O MTE e o governo destacam a importância de denúncias e da fiscalização contínua para coibir a prática e melhorar as condições de trabalho.

O trabalho análogo à escravidão ganhou espaço nos centros urbanos do Brasil em 2025, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mais de 2.700 pessoas foram resgatadas em áreas urbanas, destacando o desafio nas cidades.

Conforme o levantamento, regiões metropolitanas e grandes centros apresentaram incremento de casos de trabalho forçado, com atividades ligadas à construção civil, comércio e serviços. As fiscalizações do MTE vêm reforçando ações de combate.

Calcula-se que a urbanização acelerada e a informalidade contribuam para a exploração. Trabalhadores migrantes e de baixa renda ficam mais vulneráveis, segundo especialistas ouvidos pelo setor público.

Desdobramentos e encaminhamentos

O MTE reforça a importância de denúncias e de fiscalização contínua para coibir essas práticas. Canais oficiais devem ser usados para reportar suspeitas, contribuindo para a redução do trabalho escravo.

A pauta é prioridade do governo, que busca assegurar condições dignas de trabalho e ampliar a atuação de órgãos públicos e parcerias com a sociedade para coibir a exploração.

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