- Em 2025, 68% dos resgates de trabalhadores em situação de trabalho escravo ocorreram em áreas urbanas, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.
- O destaque fica para os setores da construção civil, indústria e comércio no ambiente urbano.
- A mudança mostra que o trabalho escravo ocorre também nas cidades, envolvendo migrantes e trabalhadores de baixa renda.
- Fatores como urbanização acelerada, informalidade e fiscalização insuficiente ajudam a ampliar esse tipo de exploração.
- O Ministério do Trabalho afirma que é preciso ampliar a fiscalização, fortalecer a conscientização e promover a regularização das condições de trabalho; a sociedade também deve denunciar.
Em 2025, 68% dos resgates de trabalhadores em situação de trabalho escravo ocorreram em áreas urbanas, aponta levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O estudo envolve grandes cidades e capitais, com foco na construção civil.
O relatório detalha que o trabalho escravo urbano envolve atividades como construção de grandes empreendimentos, obras públicas e reformas em edifícios comerciais e residenciais, com trabalhadores expostos a condições degradantes.
Especialistas apontam que a urbanização acelerada, a informalidade e a fiscalização insuficiente contribuíram para o aumento das ocorrências, além da busca por mão de obra barata.
O MTE afirma que é necessário ampliar a atuação de fiscalização, fortalecer ações de conscientização e promover a regularização das condições de trabalho. A sociedade também é lembrada de denunciar casos de exploração.
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