- A mãe e três filhos foram presos e estão em custódia policial por até quatro semanas, suspeitos de participação no bombardeio à embaixada dos EUA em Oslo na última semana.
- A explosão, ocorrida no início da manhã, foi causada por um artefato improvisado e não deixou feridos.
- O ataque atingiu a entrada da seção consular da embaixada dos Estados Unidos em Oslo.
- A polícia norueguesa classifica o caso como atentado terrorista com o objetivo de matar ou causar danos significativos.
- Um dos suspeitos afirmou ter colocado o dispositivo; os outros três negam envolvimento, conforme os advogados.
Nos quatro suspeitos — uma mãe e três filhos — foram recolhidos pela polícia e tiveram a prisão preventiva decretada por até quatro semanas, segundo decisão de um tribunal norueguês nesta sexta-feira. A medida ocorre no âmbito da investigação de um atentado à embaixada dos EUA em Oslo, ocorrido na semana passada.
O atentado aconteceu de madrugada, com uma explosão provocada por um artefato improvisado que atingiu a entrada da seção consular da embaixada, sem deixar vítimas. Autoridades norueguesas classificaram o ato como ataque terrorista com potencial para causar danos significativos.
Um dos suspeitos admitiu ter colocado o artefato, enquanto os demais negaram envolvimento, conforme informações de advogados. A polícia informou que as investigações continuam para esclarecer motivação e autoria completa do ocorrido.
Desdobramentos
- A investigação busca identificar possíveis cúmplices e confirmar o modo de operação utilizado.
- Ainda não há informações sobre ligações com grupos extremistas ou financiamento do ataque.
- A defesa dos outros suspeitos deve apresentar novas alegações nos próximos dias.
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