- Asif Merchant, cidadão paquistanês, foi condenado em Nova York por planejar assassinar Donald Trump e outros políticos dos EUA, em retaliação pela morte do comandante iraniano Qassem Suleimani.
- De acordo com os procuradores federais, ele tentou recrutar pessoas nos EUA em 2024 para atacar Trump, Joe Biden e Nikki Haley, entre outros.
- Merchant admitiu ter participado do esquema, mas afirmou ter feito para proteger a família em Teerã.
- O plano foi desbaratado antes de qualquer ataque; um informante confidencial ajudou a expor as atividades em abril de 2024.
- O caso envolve o papel do Corpo das Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã; Teerã nega ter alvos contra Trump ou outros EUA.
Asif Merchant, cidadão paquistanês, foi condenado em Nova York pela plotagem de assassinato contra Donald Trump e outras figuras políticas dos EUA, em 2024, a mando do Irã. O acusado tentou recrutar pessoas no território americano para o plano.
Segundo a acusação, os alvos incluíam o então presidente Joe Biden e Nikki Haley, ex-embaixadora da ONU. A Justiça afirmou que Merchant integrou a operação ordenada pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). A condenação foi por homicídio com autorreação e terrorismo transnacional.
Merchant reconheceu ter participado da trama, mas afirmou ter aceitado fazê-lo apenas para proteger a família em Teerã. A promotoria informou que o plano foi interrompido antes de qualquer ataque ocorrer.
Desdobramentos do caso
O DOJ informou que a investigação levou à prisão de Merchant após ele ter se envolvido no esquema em abril de 2024. Um intermediário, que se tornou informante, denunciou as atividades, permitindo a detenção.
Contexto e cenário
O processo ocorreu pouco antes de uma ofensiva dos EUA contra o Irã, ordenada por Trump. O Irã nega ter dirigido o ataque ou ter alvos específicos entre autoridades americanas. O conflito envolve o IRGC e redes de espionagem.
Situação atual
O caso segue sob supervisão judicial em Nova York, com a defesa de Merchant provável a recorrer. Não houve ataque realizado nem vítimas associadas à plotagem. Informações adicionais devem ser divulgadas pela Justiça.
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