- Pelo menos vinte e cinco pessoas foram mortas quando militantes suspeitos do Boko Haram atacaram a cidade de Sabon Gari, no estado de Borno, no norte/nordeste da Nigéria, na quinta-feira, segundo familiares das vítimas.
- As vítimas eram trabalhadores que haviam viajado para operar em um canteiro de obras quando os atiradores chegaram e passaram a atirar.
- O senador Aliyu Ndume, que representa a região, disse estar chocado e triste com a morte de seus eleitores.
- Em um ataque separado na mesma quinta-feira, pelo menos nove soldados e dois membros de uma força civil morreram após uma investida de pré-amanhecer contra uma base do exército; dezesseis pessoas ficaram feridas.
- Borno continua sendo o epicentro da insurgência islamista de dezoito anos, com ataques a comboios militares e civis, em meio a pressão internacional por segurança com apoio dos Estados Unidos depois dos ataques aéreos de Natal.
O ataque a Sabon Gari, em Borno, deixou pelo menos 25 mortos, segundo relatos de familiares das vítimas. Citam trabalhadores que viajavam para o local de uma obra de construção quando foram atacados por milicianos não identificados. A agressão ocorreu na quinta-feira.
Os trabalhadores eram deslocados para uma obra no nordeste da Nigéria, quando homens armados chegaram e abriram fogo. Familiares ouvidos pela Reuters confirmam o número de vítimas e descrevem o ataque como brutal e súbito.
Aliyu Ndume, senador da região, afirmou estar chocado com a perda dos eleitores. O episódio ocorre em meio a uma escalada de ataques de grupos extremistas no estado de Borno, centro da insurgência de 17 anos.
Em um ataque separado na mesma quinta-feira, também em Borno, ao menos nove soldados e dois membros de uma força civil de apoio foram mortos. A ofensiva foi uma investida pre-dawn contra uma base militar, com dezenas de feridos.
Borno continua como epicentro de confrontos entre milícias ligadas ao Boko Haram e ao ISWAP, segundo relatos locais. A região permanece sob tensão, com ataques a comboios militares e civis comuns, intensificados recentemente.
O governo da Nigéria diz cooperar com Washington para fortalecer a segurança. As autoridades afirmam que mantêm operações para conter ataques insurgentes e protegê-los em áreas de maior vulnerabilidade.
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