- Angelo Binaghi, presidente da Federação Italiana de Tênis e Padel, voltou a defender Roma como potencial “quinto Slam” e informou que o projeto exigiria investimento estatal, menor do que o aplicado em Milão-Cortina.
- As três condições para existirem, segundo ele, são: o tênis italiano no topo, credibilidade internacional com um italiano na presidência da Associação de Tenis (ATP) e investimento estatal inferior ao de Milão-Cortina.
- A partir de 2028, o complexo de Roma deveria passar por modernização com possibilidade de cobertura, ampliando o uso da infraestrutura ao longo do ano.
- Binaghi apontou 2025 como ano histórico para o tênis italiano, com a vitória de Jannik Sinner em Wimbledon e o título de Jasmine Paolini em Roma, além do crescimento da modalidade no país.
- O dirigente também comentou a participação da Itália na Copa Davis, afirmando que a equipe já mostrou força mesmo sem o melhor jogador do mundo.
Angelo Binaghi, presidente da Federação Italiana de Tênis e Padel (FITP), retomou a defesa de transformar Roma em um possível “quinto Slam”. Em entrevista ao Libero, ele afirmou que o projeto exigiria investimento estatal, mas ressaltou que o montante seria menor do que o aplicado aos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão–Corte.
Para tornar o fifth Slam viável, Binaghi apontou três condições principais: o tênis italiano no topo, credibilidade internacional com um italiano na presidência da ATP e um aporte estatal inferior ao de Milão–Corteina. O dirigente ainda comentou que Roma vive um processo de modernização com planos de 2028 para a ATP e a WTA, com infraestrutura renovada e possibilidade de uso durante o ano.
O executivo destacou que 2025 seria um ano histórico para o tênis italiano, citando a conquista de Wimbledon por Jannik Sinner e o título de Jasmine Paolini em Roma. Ele ressaltou o crescimento da modalidade no país, atribuindo o impulso ao desempenho de Sinner, atualmente número 1 do mundo, e aos números de praticantes de tênis e padel no Brasil.
Binaghi citou a queda da distância entre futebol e tênis na Itália, com dados que indicam mais de 6 milhões de pessoas praticando tênis e padel. Ele afirmou que a ascensão de Sinner tem sido decisiva para a popularização do esporte no país, destacando o respeito ao jogador desde a infância.
Sobre a participação italiana na Davis Cup, o presidente mencionou a possibilidade de defender o país mesmo sem o melhor jogador. A referência foi à força coletiva da equipe e à capacidade de vencer o torneio sem o atleta de maior renome, segundo a avaliação dele.
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