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Ano das brasileiras no tênis quebra monotonia e aponta evolução

Tênis feminino brasileiro vive 2025 de mudanças de parcerias, ascensão de jovens talentos e resultados voláteis, abrindo caminho para 2026

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Foto: Marcelo Leão/CBT
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  • 2025 trouxe quebra de monotonia no tênis feminino brasileiro, com surpresas, mudanças e maior movimentação no cenário nacional.
  • Beatriz Haddad Maia encarou desgaste mental, pressão por resultados e instabilidade técnica, refletindo queda de desempenho.
  • Luisa Stefani teve destaque nas duplas ao lado de Timea Babos, conquistando quatro títulos e chegando à decisão do WTA Finals, com anúncio de retorno à parceria com Gabriela Dabrowski no fim do ano.
  • Naná, cujo nome é Nauhany Silva, destacou-se como promessa ao estrear no ranking em 2024, vencer seu primeiro torneio ITF W15 e atuar pela Billie Jean King Cup.
  • Luiza Fullana mostrou crescimento no circuito brasileiro, venceu três ITFs no Brasil e atingiu a melhor posição histórica (461) em agosto, encerrando o ano em 530; Barros alcançou a primeira final profissional, e Rivoli e outras jovens vinham evoluindo, apontando ebulição para 2026.

O tênis feminino brasileiro viveu um 2025 de mudanças expressivas, com novos nomes ganhando projeção e veteranas enfrentando pressões diferentes. O ano trouxe ajustes de parceria, ascensões de jovens e resultados que sinalizam movimentação para 2026.

Beatriz Haddad Maia enfrentou desgaste mental e instabilidade técnica, refletidos em queda de desempenho. Luisa Stefani consolidou dupla com Timea Babos, conquistou títulos e chegou à final do WTA Finals, sinalizando força nas duplas. Ao final da temporada, surpreendeu ao anunciar retorno à parceria com Gabriela Dabrowski.

Laura Pigossi teve 2025 de consistência, mantendo boa atuação em simples e duplas e assegurando posição entre as melhores ranqueadas do país. Luiza Fullana despontou no circuito nacional, vencendo três ITFs no Brasil e buscando melhor posição histórica no ranking.

Nauhany Silva, conhecida como Naná, emergiu como grande promessa: estreou no ranking WTA em 2024, venceu seu primeiro ITF W15 e integrou a equipe que competiu na Billie Jean King Cup. Barros chegou à primeira final profissional, com treinamentos de alto nível na Mouratoglou Academy.

Pietra Rivoli mostrou evolução no circuito juvenil, chegando a vice-campeonato no ITF J200 de Lima e conquistando pontos no ranking profissional. Ana Candiotto manteve ritmo no ITF, mantendo posição próxima às melhores do país. Carolina Meligeni Alves alternou entre ITFs e WTA 125, mantendo campanhas sólidas.

Thaísa Pedretti permaneceu presente em torneios menores, acumulando ritmo e pontos. Dentre as diversas jovens nacionais, 2025 confirmou que o tênis feminino brasileiro vive ebulição, com novas referências surgindo e prometendo continuidade em 2026.

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